O observatório chama-se Glast, sigla em inglês para Telescópio Espacial de Grande Área para Raios Gama. Planos para sua construção começaram em 1992.
O físico brasileiro Eduardo do Couto e Silva, da Universidade Stanford, é vice-diretor de operações científicas do principal instrumento do satélite. Ele destaca a capacidade que o Glast terá de separar sinal de ruído, sintonizando raios gama “como um rádio sintoniza uma estação, reduzindo a estática”. O Glast também poderá confirmar outras previsões polêmicas ligadas à astrofísica e à física de partículas, como variações na velocidade aparente da luz no vácuo. (AE)