Arquivo para Janeiro, 2009

Obama promete nova estratégia para reativar crédito

[ 31 de janeiro de 2009 - 10h33 ]
Washington – O presidente dos EUA, Barack Obama, afirmou neste sábado que seu governo irá revelar uma nova estratégia para estender crédito a famílias e pequenas empresas, reconhecendo que os esforços recentes para melhorar os mercados financeiros não foram suficientes para ajudar as pessoas a ficar em suas casas. 

Em seu pronunciamento semanal no rádio, Obama disse que o secretário do Tesouro, Timothy Geithner, irá anunciar em breve uma estratégia para “reviver nosso sistema financeiro que fará com que o crédito chegue às famílias e empresas”. Obama acrescentou que os planos ajudariam “a reduzir os custos hipotecários e estender empréstimos a pequenas empresas para que elas possam criar empregos”. Ele não deu mais detalhes do plano e também não informou quando será anunciado.

 

Os comentários de Obama seguem críticas de membros do Congresso de que o Programa de Alívio de Ativos Problemáticos (TARP) de US$ 700 bilhões não foi suficiente para ajudar os mutuários a refinanciar ou lidar com hipotecas que valem mais do que o valor de mercado dos imóveis na qual estão atreladas. Ao discutir o impacto do TARP, Obama disse que “muitos estão frustrados com os resultados – e corretamente”. “Os bancos estenderam uma mão, mas os mutuários, estudantes e pequenas empresas que precisam dos empréstimos foram largados para se arranjar sozinhos”, disse Obama.

 

O presidente afirmou que, como parte do plano de Geithner, seu governo irá insistir em “transparência sem precedentes, supervisão rigorosa e responsabilidade clara”. Sobre a compensação de executivos, Obama disse que a nova estratégia irá “assegurar que os CEOs não enxuguem recursos que deveriam estar acelerando a recuperação”. Obama reiterou as críticas feitas na quinta-feira contra os bônus corporativos. Citando a notícia de que US$ 20 bilhões em bônus foram pagos por empresas de Wall Street em 2008, Obama disse que “o povo americano não irá desculpar ou tolerar tal arrogância e avareza”. As informações são da Dow Jones. (AE)

 

 

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Governo prepara ofensiva para baixar spread bancário

[ 31 de janeiro de 2009 - 12h58 ]
Brasília – O governo estuda a possibilidade de divulgar o ranking das instituições financeiras que praticam os maiores spreads (diferença entre a taxa captada e a repassada ao consumidor) do País. Paralelamente, o Ministério da Fazenda está terminando os estudos de um novo ataque ao spread, com o lançamento conjunto pela Caixa Econômica Federal e pelo Banco do Brasil de mais uma rodada de queda das taxas de juros e do spread. O objetivo é forçar a concorrência no mercado financeiro. 

Por determinação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, os dois bancos estão fazendo uma análise profunda dos seus spreads para eliminar as “gorduras” existentes, informou uma fonte do governo. O grupo de trabalho criado este mês pelo presidente para baixar o spread também estuda se há espaço para reduzir a chamada “cunha fiscal”, ou seja, os impostos sobre o spread, principalmente o PIS e a Cofins.

 

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, está irritado com as argumentações dos bancos privados de que o spread, mesmo com queda do custo de captação, não pode cair por causa da maior exposição das instituições ao risco de inadimplência. “Quando a inadimplência estava caindo em 2007, por que os bancos não reduziram o spread?”, questionou um auxiliar do ministro.

 

Da mesma forma, o BC mantém a posição técnica, segundo a qual uma redução dos compulsórios não facilitaria a queda do spread. “Os compulsórios já foram reduzidos e o spread não caiu”, disse uma fonte. O entendimento é que zerar os compulsórios, neste momento, seria uma medida equivocada, que só garantiria o aumento do lucro dos bancos. A ideia de divulgar o ranking é dar mais transparência sobre o custo do spread nas várias operações de empréstimos, como já foi feito com as tarifas bancárias. Com os dados, as organizações de defesa do consumidor poderão acompanhar a evolução do spread e dar amplitude às informações, estimulando a concorrência.

 

Polêmica, a divulgação vem sendo defendida por integrantes da equipe econômica e ganhou força esta semana, depois que a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) divulgou balanço sobre o spread com metodologia diferente da usada pelo BC. Segundo fontes, o presidente Lula é simpático à proposta de divulgação do ranking. O questionamento público da metodologia de cálculo do spread só aumentou o desconforto do BC com o problema, mas a diretoria do banco não resiste à divulgação do ranking dos spreads. (Adriana Fernandes)

 

 

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Comitê Gestor prorroga prazos para adesão pelo Simples Nacional, pedido do parcelamento especial e vencimento da competência 01/2009.

O Comitê Gestor do Simples Nacional prorrogou os seguintes prazos:

a) Adesão pelo Simples Nacional com efeitos para 2009: até 20/02/2009.
b) Pedido do parcelamento especial e pagamento da respectiva da 1ª parcela: até 20/02/2009.
c) Regularização das pendências apontadas quando do pedido de opção: até 20/02/2009.
d) Divulgação do resultado dos pedidos de opção que apresentaram pendências no momento da solicitação: 10/03/2009
e) Vencimento da competência 01/2009: 13/03/2009.

A Resolução CGSN nº 54 foi remetida para publicação no DOU de 30/01/2009.

SECRETARIA-EXECUTIVA DO COMITÊ GESTOR DO SIMPLES NACIONAL

 

 

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Índice que reajusta aluguel tem variação de -0,44% em janeiro

IPC registrou variação de 0,75% na medição atual, avanço de 0,17 ponto percentual em relação ao mês de dezembro
Índice que reajusta aluguel tem variação de -0,44% em janeiro
SÃO PAULO – A FGV (Fundação Getulio Vargas) divulgou, nesta quinta-feira (29), a variação do IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado) referente ao mês de janeiro (entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês atual). O índice, que é o principal balizador para o reajuste de aluguéis, registrou queda de 0,44% no período.
O resultado foi menor do que o apurado no mesmo período do mês anterior, quando o índice chegou a -0,13%. A maior contribuição para o recuo veio do IPA (Índice de Preços por Atacado), que passou de -0,42% para -0,95%.
Já o INCC (Índice Nacional da Construção Civil) apresentou avanço, passando de 0,22% para 0,26% no período analisado. A categoria de materiais e serviços chegou a 0,33% na medição atual, enquanto o índice que capta o custo da mão-de-obra registrou variação de 0,17% em relação a dezembro.
Altos e baixos
Assim como o INCC, o IPC (Índice de Preços ao Consumidor), que também integra o IGP-M, apresentou alta no período estudado, ficando em 0,75%, contra 0,58% um mês antes.
A principal contribuição puxando o índice para cima foi do grupo Educação, Leitura e Recreação (0,40% para 2,30%). Outras acelerações importantes foram as dos grupos Alimentação (0,82% para 0,96%), Transportes (0,50% para 0,85%) e Despesas Diversas (0,22% para 0,36%).
Vale destacar ainda as altas em itens como batata-inglesa (5,23% para 19,32%), tarifa de ônibus urbano (0,57% para 1,64%), curso de Ensino Fundamental (0% para 5,13%), curso de Ensino Superior (0% para 2,19%) e curso de Ensino Médio (0% para 4,64%).
Por outro lado, os recuos nas taxas dos grupos Habitação (0,45% para 0,30%), Vestuário (0,58% para 0,22%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,71% para 0,49%) ajudaram a conter o aumento do índice.
IGP-M
O cálculo do IGP-M é composto pelo IPA, IPC e INCC. Os indicadores medem itens como bens de consumo (alimentos) e bens de produção (matérias-primas, materiais de construção), além dos preços de aluguéis, condomínios, transportes, dentre outros.
O IGP-M mede os níveis de inflação para toda a população, envolvendo todos os níveis de renda. Esse índice é utilizado para reajustes de contratos de aluguel, tarifas públicas e planos de saúde (no caso dos contratos mais antigos).

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Governo e Prefeitura fazem acordo para expandir Bilhete Único

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009, 13:59 | Online

Parceria reúne empresas, que vão propor parceria; mas expansão do benefício deve demorar até cinco anos

Gustavo Uribe - Agência Estado

SÃO PAULO - O uso do Bilhete Único, cartão de integração entre os transportes públicos da capital paulista, deve ser expandido à região metropolitana da cidade. A decisão, publicada no Diário Oficial do município de São Paulo, faz parte de um acordo firmado com o governo do Estado, o Metrô e a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). O acordo prevê prazo de cinco anos para as discussões que levem à expansão do Bilhete Único.

 

De acordo com a publicação, será aberta uma licitação para que grupos interessados em expandir o bilhete e gerenciar o seu sistema de captação firmem uma parceria público-privada com o governo e a Prefeitura. O prazo de vigência do termo é de cinco anos contados a partir da assinatura do convênio, firmado em dezembro de 2008.

 

Atualmente, o Bilhete Único é aceito nos ônibus da capital paulista e nos trens do Metrô e da CPTM. O passageiro que circula com o bilhete se locomove por um preço reduzido, em um período de três horas, em até quatro viagens pela rede de transportes integrada.

 

Texto alterado às 15h17.

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Programa de Parcelamento para Ingresso no Simples Nacional é reaberto

As inscrições para o programa foram reabertas pela Prefeitura de Sâo Paulo, para microempresas e empresas de pequeno porte regularizarem débitos com a Fazenda Pública Municipal. A data-limite das inscrições é 30 de janeiro.

 

A Prefeitura da Cidade de São Paulo reabriu as inscrições do programa de Parcelamento Especial para Ingresso no Simples Nacional (PISN), para microempresas e empresas de pequeno porte.

O PISN tem por objetivo facilitar a adesão do contribuinte ao Simples Nacional, permitindo a regularização de débitos com a Fazenda Pública Municipal, inclusive os inscritos em Dívida Ativa, vencidos até 30 de junho de 2008. A data-limite para ingresso no programa é 30 de janeiro.

De acordo com a Portaria Intersecretarial SF/SNJ nº 01/2009, publicada no Diário Oficial da Cidade de São Paulo no dia 22 de janeiro, que regulamenta a adesão ao programa, a inscrição no PISN deverá ser feita exclusivamente pela internet, no site da Prefeitura, em relação aos débitos decorrentes do Imposto sobre Serviços (ISS).

O contribuinte deverá acessar o aplicativo específico para adesão ao PISN e selecionar os débitos de ISS a ser incluídos no parcelamento.

Quanto aos demais débitos de responsabilidade da microempresa ou empresa de pequeno porte e de seu titular ou sócio, o ingresso no PISN deverá ser feito mediante requerimento, que deverá ser assinado pelo contribuinte, por seu representante legal ou procurador.

O documento deverá ser apresentado na Praça de Atendimento da Secretaria Municipal de Finanças, localizada no Vale do Anhangabaú, nº 206, ao lado da Galeria Prestes Maia, de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.

Ainda de acordo com a portaria, a dívida poderá ser paga em parcela única ou em até 100 prestações mensais, iguais e sucessivas, sendo que o valor de cada uma não poderá ser inferior a R$ 100,00.

O valor de cada parcela, na ocasião do pagamento, será acrescido de juros equivalentes à Taxa Selic, acumulada mensalmente, e de 1% sobre o valor principal, relativamente ao mês em que o pagamento estiver sendo efetuado.

Vale lembrar que não poderão ser incluídos no PISN débitos de ISS relativos aos serviços sujeitos à retenção na fonte e débitos que sejam objeto de outro parcelamento em andamento.

Também não é permitida a adesão ao programa na hipótese de reingresso de microempresa ou empresa de pequeno porte no Simples Nacional.

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E mais café

26.01.09

Link permanente 
por Luiz Horta , Seção: Agenda às 21:06:26 .

Degustando

A Casa Santa Luzia apresenta aos clientes os melhores cafés de 2008 durante o evento Safra Premiada de Cafés Especiais do Estado de São Paulo, entre os dias 2 e 7 de fevereiro. A programação é gratuita e inclui exposição e degustação dos produtos premiados, das 10 às 19 horas, no mezanino do supermercado.
As marcas premiadas são: Serra da Grama, Café Tiradentes, Press Café, Café Cassiano, Café Morro Grande, Café Toledo, Spress Café, Café Excelsior e Octavio Café.
O evento é realizado em parceria com o Sindicafé, a Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic) e máquinas BUNN.

* Casa Santa Luzia – Al. Lorena, 1.471, Jd. Paulista, 3897-5000. Site: www.santaluzia.com.br

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Investimentos somam US$ 45 bilhões, mas déficit externo é o maior em 10 anos

26/01/09 – 10h45 – Atualizado em 26/01/09 – 12h59

O valor é o maior desde 1947, quando começou a série histórica do BC.
Transações correntes têm déficit de US$ 28,3 bilhões em 2008.

Alexandro Martello Do G1, em Brasília

 

Os investimentos estrangeiros diretos na economia brasileira surpreenderam e ultrapassaram todas as estimativas ao totalizar US$ 45 bilhões em 2008, número divulgado nesta segunda-feira (26) pelo Banco Central.

 

Este é o maior valor desde 1947, quando teve início a série histórica do BC. Contra o ano de 2007, quando os investidores estrangeiros trouxeram US$ 34,5 bilhões ao Brasil em investimentos no setor produtivo, o aumento foi de expressivos 30%.

 

O bom resultado se deve, também, ao forte ingresso de US$ 8,1 bilhões em investimentos estrangeiros diretos na economia brasileira em dezembro, a despeito da crise financeira internacional.

 

O montante de investimentos de dezembro, segundo o BC, está inflado por uma operação de venda de participação acionária de uma empresa brasileira, e consequente reaplicação de recursos no exterior, de US$ 3,1 bilhões. O BC não cita nomes, mas a operação possivelmente refere-se à venda, pela CSN, de 40% do capital votante de sua subsidiária Namisa para um consórcio japonês.

 

Mesmo assim, o resultado do ano passado ultrapassou a estimativa do próprio BC, que era de US$ 40 bilhões para 2008. O mercado financeiro, por sua vez, estimava um ingresso abaixo de US$ 40 bilhões para investimentos estrangeiros no ano passado.

 

“O investidor tem uma perspectiva de longo prazo. Está olhando para as perspectivas da economia brasileira e vislumbra melhoras para o futuro. Por isso, continua investindo no Brasil. Para janeiro, o dado parcial é de ingresso de mais US$ 2,1 bilhões em investimentos estrangeiros. A economia brasileira continua atraente, captando recursos”, avaliou o chefe do Departamento Econômico do BC, Altamir Lopes.

 

O recorde anterior em investimentos estrangeiros diretos, que era o ano de 2007, com US$ 34,5 bilhões, já havia sido batido no acumulado até o mês de outubro. Para 2009, o BC espera uma queda de 33% na entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil, para US$ 30 bilhões. Ainda assim, acima do que espera o mercado financeiro, que projeta um ingresso de US$ 23 bilhões neste ano.

Contas externas

Ao mesmo tempo, porém, a conta de transações correntes, que engloba a balança comercial e as transações de serviços e rendas com o exterior, considerada um dos principais indicadores do setor externo brasileiro, registrou déficit de US$ 28,3 bilhões em 2008. O déficit, porém, foi “coberto” pelo forte ingresso de investimentos estrangeiros diretos em 2008.

 

Além de ser o primeiro resultado negativo desde 2002 (-US$ 7,6 bilhões), foi o maior déficit desde 1998, quando somou US$ 33,4 bilhões. Em 2007, o resultado ficou positivo em US$ 1,7 bilhão. Para 2009, porém, a expectativa do Banco Central é de melhora nas contas externas, com um resultado negativo menor: de US$ 25 bilhões.

 

Altamir Lopes, do BC, tem relativizado a importância do crescimento do déficit em conta corrente em 2008. Segundo ele, na proporção com o Produto Interno Bruto (PIB), o resultado negativo, que ficou em 1,78% do PIB em 2008, está abaixo da média histórica entre 1970 e 2007, que foi de 2,1% do PIB. 

 

Além dos investimentos estrangeiros recordes, que devem cair para US$ 30 bilhões em 2009, outro fator que contribui para uma relativa tranquilidade nas contas externas brasileiras é o alto volume de reservas internacionais – que ainda está ao redor de US$ 200 bilhões. 

Razões para o alto déficit em conta corrente

A deterioração das contas externas em 2008, de acordo com a autoridade monetária, está relacionada com a piora da balança comercial brasileira, cujo saldo teve queda 38,2% no ano passado, para US$ 24,7 bilhões

 

Outro fator que contribuiu para o aumento do déficit em conta corrente foi o aumento significativo no volume de remessas de lucros e dividendos ao exterior. Com a economia aquecida, e com o dólar baixo até meados de setembro, foram enviados US$ 33,8 bilhões em remessas de lucros ao exterior em 2008, contra US$ 22,4 bilhões em 2007.

 

O dólar barato, que vigorava até a piora da crise financeira, em meados de setembro, também contribuiu para a saída de recursos do Brasil por causa do aumento das viagens de brasileiros ao exterior, e consequentemente dos seus gastos. Em 2008, os gastos de turistas no exterior somou US$ 10,9 bilhões, contra US$ 8,2 bilhões no ano anterior.

Conta de capital

No caso da conta de capital e financeira, pela qual transitam os investimentos estrangeiros diretos e os investimentos em carteira de estrangeiros (ações e renda fixa, entre outros), o BC informou que foi registrado um superávit de US$ 32,9 bilhões em 2008. Em 2007, o resultado havia ficado positivo em maior proporção: US$ 89 bilhões.

 

Com isso, o balanço de pagamentos brasileiro, que engloba todas as transações do Brasil com o exterior, teve superávit de US$ 2,96 bilhões no ano passado, contra um resultado positivo de US$ 87,4 bilhões em 2007. 

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Carros comprados em 2009 não farão inspeção veicular

MEDIDA CONTRA POLUIÇÃO 

Os veículos comprados em 2009 estão isentos da inspeção veicular neste ano. Segundo a Secretaria do Verde e Meio Ambiente, isso ocorre porque os automóveis só vão renovar o licenciamento em 2010.
Por isso, quem comprar veículos este ano não terá que fazer a vistoria obrigatória do programa de controle da emissão de poluentes.
Já quem tem carros com ano de fabricação entre 2003 e 2008 teve dificuldades para fazer agendamento para a inspeção pelo segundo dia seguido. O site e o serviço de atendimento telefônico da empresa Controlar, responsável pela inspeção veicular na capital, voltaram a ter problemas.

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Congonhas vai ganhar mais táxis

 

A Prefeitura vai sortear 120 vagas de táxi para o ponto do Aeroporto de Congonhas. O local é o mais disputado pelos taxistas da cidade, por sua alta lucratividade. Na última vez que houve uma convocação do tipo, há cinco anos, as inscrições chegaram a mil candidatos por vaga.

Segundo a Secretaria Municipal de Transportes, a medida visa reduzir o tempo de espera dos passageiros, principalmente nos horários de pico. O problema teria causado filas de até uma hora e reclamações dos passageiros.A afirmação é contestada pelos taxistas do Aeroporto, que desaprovam a medida.

Para participar, é necessário se inscrever na página da Prefeitura, www.prefeitura.sp.gov.br, entre os dias 15 e 30 de janeiro. O sorteio será realizado em 11 de fevereiro.

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