Arquivo para Março, 2010

USP, Unicamp e Unesp divulgam calendário do vestibular 2011

30/03/10 – 14h30 – Atualizado em 30/03/10 – 16h14

Mais cinco instituções paulistas devem divulgar datas ainda nesta terça.
Dias de provas foram estabelecidos em reunião na semana passada.

 Do G1, em São Paulo

 
Foto: Daigo Oliva/G1 Foto: Daigo Oliva/G1

Aprovados na Fuvest fazem matrículas na USP. (Foto: Daigo Oliva/G1)

A Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual Paulista (Unesp) e Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) divulgaram no início da tarde desta terça-feira (30) o calendário do vestibular 2011.

Leia também: ITA divulga datas do vestibular 2011

Mais cinco universidades do estado já definiram datas para os processos seletivos, entre elas, as de provas e também da divulgação dos resultados em 1ª chamada. As datas dos exames foram definidas em conjunto, durante uma reunião que ocorreu na última quinta-feira (25), para evitar que coincidências pudessem prejudicar os vestibulandos.

Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), PUC-SP e PUC-Campinas também podem publicar essas informações ainda nesta terça. O Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) informaram no meio da tarde de hoje quando ocorrerão as provas. 
 

Confira algumas datas:

Unicamp

Inscrições – 23/08 a 08/10

Prova da 1ª fase – 21/11

Provas da 2ª fase – 16, 17 e 18/01/2011 

Convocados em 1ª chamada – 07/02/2011

Mais informações em www.comvest.unicamp.br

Fuvest 

Inscrições – 27/08 a 10/09

Prova da 1ª fase – 28/11

Provas da 2ª fase – 09 a 11/01/2011
Convocados em 1ª chamada – 09/02/2011

Além da USP, vale lembrar que o vestibular da Fuvest seleciona alunos para a Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e Academia de Polícia Militar do Barro Branco.

Mais informações em www.fuvest.br

Unesp
Prova da 1ª fase – 14/11

Provas da 2ª fase – 19 e 20/12
Convocados em 1ª chamada – 3/02/2011

O prazo para inscrições ainda será divulgado.

Mais informações em www.unesp.br ou www.vunesp.com.br 

Nos sites podem ser verificados os dias em que serão aplicadas as provas de aptidão, quando houver, além das datas já definidas para as matrículas – nos casos da Unicamp e Fuvest.

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Rio ‘quebra’ se emenda Ibsen não for vetada, diz Cabral

Por Adriana Chiarini, Agencia Estado, Atualizado: 13/3/2010 13:35

A execução orçamentária do Estado do Rio de Janeiro e de 90 de seus 92 municípios será afetada já este ano caso o Senado aprove em 2010 – e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não vete – a chamada “emenda Ibsen”. A proposta aprovada na Câmara esta semana junto com projeto de lei sobre o pré-sal redistribui recursos de royalties e participações especiais na produção de petróleo, incluindo o pós-sal. “O Rio de Janeiro quebra”, disse hoje o governador Sérgio Cabral (PMDB).

“Não é que a gente não consiga fazer as Olimpíadas. A gente não consegue fazer mais nada. Nem pegar um empréstimo”, afirmou ele, em entrevista da qual participaram diversos prefeitos e lideranças estaduais dos três Poderes e da sociedade civil. Cabral convocou ato público para quarta-feira, a partir de 16 horas, na Candelária, no centro da capital fluminense, para protestar contra a emenda.

Com o projeto aprovado pela Câmara, o Estado perderia mais de R$ 7 bilhões por ano, em valores estimados com base em 2009. Cerca de R$ 5 bilhões por ano deixariam de ir para o governo estadual e as prefeituras deixariam de receber em torno de R$ 2 bilhões.

No entanto, o governador disse ter recebido do chefe de gabinete da Presidência da República, Gilberto Carvalho, e do ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, mensagem de que o presidente Lula vetará a emenda. Também afirmou ter confiança em que o Senado retomará o projeto aprovado na comissão especial em que a redistribuição se daria apenas sobre as receitas do pré-sal.

Precedente

Para os senadores, Cabral argumenta que o que chama de “massacre” do Rio feito pela Câmara deve ser revertido para não se tornar um precedente perigoso para outros Estados. De acordo com ele, muitos deputados não tinham consciência de que estavam inviabilizando o Estado. Além disso, o governador também pensa em questionar a constitucionalidade da emenda na Justiça. Já conversou com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, para “mostrar a eminência do perigo que o Estado corre”.

A ex-governadora e presidente da Organização dos Municípios Produtores de Petróleo (Ompetro), Rosinha Garotinho, disse que há sete inconstitucionalidades no texto. Também afirmou que a votação desrespeitou o regimento da Câmara, inclusive quanto ao quórum para abrir a sessão.

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Comissão aprova cobrança de ponto extra de TV por assinatura

10/03/2010 14:33
Sônia Baiocchi
Dr. Ubiali alterou texto para autorizar cobrança de ponto extra.

A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio aprovou nesta quarta-feira (10) a cobrança pela instalação de ponto extra do serviço de televisão por assinatura (PL 6590/06). O projeto original, em análise na comissão, proibia a cobrança, mas o relator da proposta, deputado Dr. Ubiali (PSB-SP), alterou o texto para que a operadora pudesse ser ressarcida dos custos do procedimento.

O substitutivo de Ubiali autoriza a cobrança pela instalação, pelo reparo e por novas funcionalidades do ponto extra, além da aquisição ou do aluguel do novo decodificador, caso exista essa taxa. Apenas a programação contratada será disponibilizada sem cobrança adicional, desde que os pontos estejam na mesma residência.

O texto faz uma distinção entre o ponto extra e o ponto de extensão, um ponto adicional que apenas reproduz o mesmo canal sintonizado no ponto principal, simultaneamente e sem qualquer alteração, como é comum em bares e restaurantes. Esse ponto não poderá ser cobrado.

Para Ubiali, o novo texto é mais claro por especificar o que pode e o que não pode ser cobrado do consumidor. “Na verdade, a cobrança do ponto extra que tenha um novo aparelho, com a possibilidade de uma programação diferente, essa é justa. O ponto de extensão não será cobrado porque não traz nenhum prejuízo para a operadora”, disse.

Tramitação
O projeto segue para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Por ter sido rejeitado pela Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, a decisão final sobre a proposta deve ser em Plenário.

Íntegra da proposta:

Reportagem – Marcello Larcher e Geórgia Moraes/Rádio Câmara
Edição – Daniella Cronemberger

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Cinegrafistas poderão receber adicional por carregar equipamentos

11/03/2010 13:00

A Câmara analisa o Projeto de Lei 6781/10, que estabelece o pagamento de adicional para fotógrafos, cinegrafistas e outros funcionários de empresas de comunicação que, em atividade externa, precisem carregar ou apoiar sobre os ombros equipamentos que pesem acima de três quilos. O benefício será pago no valor de 50% por hora ou fração superior a 15 minutos trabalhados.

Pela proposta, do deputado Marco Maia (PT-RS), esses profissionais poderão também requerer aposentadoria após 30 anos de serviços efetivamente prestados. O texto prevê ainda que eles terão direito a uma folga semanal a cada 14 dias, desde que tenham realizado nesse período pelo menos um trabalho externo.

Avaliação de saúde
As empresas de comunicação, conforme o projeto, deverão submeter os funcionários a avaliações anuais de saúde, além de fornecer, durante o expediente, ginástica laboral por 15 minutos diários, no mínimo.

Para o parlamentar, os cinegrafistas e seus auxiliares executam múltiplas tarefas e estão constantemente sujeitos a lesões. “O peso que são obrigados a suportar por longos períodos, a posição incômoda e a pouca ergonomia dos equipamentos são os principais agentes do desconforto que eles sentem”, disse.

Tramitação
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

Reportagem – Adriana Resende/MO
Colaboração – Laís Braz

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Projeto determina término de jogos de futebol até as 23h15

11/03/2010 14:00
Gilberto Nascimento
Zarattini diz que o horário deve atender ao interesse do torcedor.

Tramita na Câmara o Projeto de Lei 6871/10, do deputado Carlos Zarattini (PT-SP), que fixa em 23h15 o horário máximo para o término de jogos de futebol realizados em estádios com capacidade superior a 10 mil pessoas. Atualmente, as partidas que são realizadas mais tarde começam às 21h50 e terminam às 23h35, se não houver atraso nem prorrogação.

Conforme o projeto, o descumprimento desse horário implicará a imediata interrupção do jogo e multa de R$ 100 mil para os organizadores do evento. Em caso de reincidência, a multa será dobrada. O projeto não faz ressalva para os jogos que têm prorrogação.

Zarattini explica que sua proposta é similar a projeto de lei aprovado ontem pela Câmara Municipal de São Paulo e enviado para sanção do prefeito Gilberto Kassab. “Como o problema não afeta apenas a capital paulista, mas todas as cidades, estabelecer limite de horário em âmbito nacional é fundamental para garantir que o futebol seja adequado aos interesses do torcedor”, diz.

O deputado argumenta que se tornou comum adaptar os horários dos jogos à programação da emissora proprietária dos direitos de transmissão. “Isso vem causando uma série de problemas aos torcedores que vão aos estádios. Muitas vezes, eles não encontram transporte público em funcionamento para voltar para casa”, diz Zarattini.

Tramitação
O projeto, que tramita em caráter conclusivoRito de tramitação pelo qual o projeto não precisa ser votado pelo Plenário, apenas pelas comissões designadas para analisá-lo. O projeto perderá esse caráter em duas situações: – se houver parecer divergente entre as comissões (rejeição por uma, aprovação por outra); – se, depois de aprovado pelas comissões, houver recurso contra esse rito assinado por 51 deputados (10% do total). Nos dois casos, o projeto precisará ser votado pelo Plenário., será analisado pelas comissões de Turismo e Desporto; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

Reportagem – Luiz Claudio Pinheiro
Edição – Wilson Silveira

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Pré-sal: Câmara aprova benefício a estado que não produz petróleo

10/03/2010 23:59

Emenda aprovada nesta quarta-feira prevê a distribuição dos royalties do petróleo com base nos fundos de Participação dos Estados e Municípios. A medida diminui os recursos hoje assegurados aos estados produtores.

J. Batista
O deputado Ibsen Pinheiro foi um dos autores da emenda aprovada pela Câmara.

O Plenário concluiu, nesta quarta-feira, a votação do Projeto de Lei 5938/09, do Executivo, que prevê novos critérios de distribuição dos royaltiesValor pago ao detentor de uma marca, patente, processo de produção, produto ou obra original pelos direitos de sua exploração comercial. Os detentores recebem porcentagens das vendas dos produtos produzidos com o concurso de suas marcas ou dos lucros obtidos com essas operações. No caso do petróleo e do gás, trata-se de compensação financeira paga aos estados e municípios pela exploração desses produtos em depósitos localizados em terra ou na plataforma continental.  do petróleo e cria o regime de partilha para os blocos do pré-salO termo pré-sal refere-se a um conjunto de rochas no fundo do mar com potencial para a geração e acúmulo de petróleo localizadas abaixo de uma extensa camada de sal. Os reservatórios brasileiros nessa camada estão a aproximadamente 7 mil metros de profundidade, em uma faixa que se estende por cerca de 800 km entre o Espírito Santo e Santa Catarina.  ainda não licitados. A proposta, a última relativa ao pré-sal que ainda precisava ser votada na Câmara, segue para o Senado. A principal mudança em relação ao texto do substitutivoEspécie de emenda que altera a proposta em seu conjunto, substancial ou formalmente. Recebe esse nome porque substitui o projeto. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação, mas pode ser rejeitado em favor do projeto original.   do relator Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), aprovado em 2009, é a aprovação de uma emenda dos deputados Ibsen Pinheiro (PMDB-RS), Humberto Souto (PPS-MG) e Marcelo Castro (PMDB-PI) que beneficia os estados não produtores de petróleo.

Cálculos do deputado Marcelo Castro indicam que com o texto aprovado o Piauí, por exemplo, passará a receber R$ 1 bilhão por ano, em vez dos R$ 260 milhões que viriam com a fórmula prevista sem a emenda. Já os recursos para o Rio de Janeiro poderão cair de R$ 24 bilhões para R$ 680 milhões.

A emenda, aprovada por 369 votos a 72 e 2 abstenções, recebeu críticas dos parlamentares dos estados produtores. Ela determina que, preservada a parte da União nos royalties e na chamada participação especial, o restante será dividido entre estados e municípios segundo os critérios dos fundos constitucionais (FPMTransferência constitucional da União aos municípios, composta por 22,5% da arrecadação do Imposto de Renda e do Imposto sobre Produtos Industrializados. Para efeitos do FPM, os municípios são divididos em 16 faixas populacionais; assim, cada um deles recebe recursos proporcionais ao seu número de habitantes, de acordo com cálculos feitos anualmente pelo IBGE.  e FPE). Os estados ficarão com metade dos recursos e os municípios com a outra metade.

A nova regra valerá tanto nos contratos de partilha quanto nos de concessão. Porém, ela entra em conflito com outros pontos do texto já aprovado e que preveem regras diferentes para a divisão de royalties dos contratos de concessão do pré-sal e da participação especial.

O texto da emenda exclui a parte do substitutivo que já disciplinava a distribuição de royalties da exploração do pré-sal sob o regime de partilha. Entretanto, não são excluídos explicitamente os artigos sobre a divisão dos royalties e da participação especial, devidos nos contratos de concessão.

Partilha
No caso dos contratos futuros do pré-sal sob o regime de partilha, o substitutivo aumenta de 10% para 15% o percentual de royalties a ser pago pelas petrolíferas com base no total produzido.

Argumentos

Para o deputado Humberto Souto, não se pode dizer que a emenda sobre a divisão dos royalties é da oposição, pois parlamentares de vários partidos apoiaram a iniciativa. “É uma questão de justiça. O petróleo é da União e essa distribuição já deveria ter sido feita”, afirmou.

De acordo com Ibsen Pinheiro, a aprovação da emenda demonstra que estão superadas as divisões ideológicas entre esquerda e direita. “É justo que o petróleo explorado pertença a todos os brasileiros, pois todos somos iguais perante a lei”, disse. Segundo o líder do PPS, Fernando Coruja (SC), autor do destaque que permitiu a votação da emenda, a nova regra inverte a concentração de recursos, “pois permite que os municípios com menos dinheiro participem da riqueza do petróleo”.

Bônus
Do montante do bônus de assinatura do pré-sal, a maior parte deverá ser distribuída entre todos os municípios (35%) e todos os estados (35%) pelos critérios do FPE e do FPM.

Esse bônus é um valor fixo que o explorador do petróleo deve pagar à União no ato de formalização do contrato. Ele já existe no modelo de concessão e o governo federal fica com o valor total; mas, no regime de partilha, o substitutivo destina 10% aos estados e municípios.

Do valor atribuído à União, uma parte ficará com a Petro-Sal, conforme proposta que caberá ao Ministério de Minas e Energia elaborar, submetida a aprovação do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE).

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Vencedores do Oscar 2010

08/03/10 – 02h27 – Atualizado em 08/03/10 – 12h07

Confira a lista completa dos vencedores do Oscar 2010

Com seis prêmios, ‘Guerra ao terror’ derrota ‘Avatar’.
Jeff Bridges e Sandra Bullock são eleitos melhor ator e atriz.

 Do G1, em São Paulo

A 82ª edição do Oscar aconteceu na noite deste domingo (7) no Teatro Kodak, em Hollywood, com a chegada dos astros e estrelas ao tapete vermelho. Às 22h30, teve início a cerimônia de entrega, com apresentação dos atores Steve Martin e Alec Baldwin.

Veja as fotos do palco da premiação
Confira fotos do tapete vermelho

Confira a lista completa dos vencedores e comente as escolhas no pé deste texto:

Melhor filme: “Guerra ao terror” 

Melhor direção: Kathryn Bigelow, “Guerra ao terror” 

Melhor atriz:  Sandra Bullock, “Um sonho possível”

Melhor ator: Jeff Bridges, “Coração louco”
 

Melhor filme estrangeiro: “O segredo dos seus olhos” (Argentina)

Melhor edição (montagem): “Guerra ao terror”

Melhor documentário: “The cove”

Melhores efeitos visuais: “Avatar”

Melhor trilha sonora: “Up – Altas aventuras”

Melhor cinematografia (fotografia): “Avatar”
 

Melhor mixagem de som: “Guerra ao terror”

Melhor edição de som: “Guerra ao terror”

Melhor figurino: “The young Victoria”

Melhor direção de arte: “Avatar”

Melhor atriz coadjuvante: Mo’Nique, “Preciosa”

 Melhor roteiro adaptado: “Preciosa”

Melhor maquiagem: “Star trek”  

Melhor curta-metragem: “The new tenants” 

Melhor documentário em curta-metragem “Music by Prudence” 

Melhor curta-metragem de animação: “Logorama” 

Melhor roteiro original: “Guerra ao terror” 

Melhor canção: “The weary kind”, de “Coração louco”

Melhor animação: “Up – Altas aventuras”

Melhor ator coadjuvante: Christoph Waltz, “Bastardos inglórios” 

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Microsoft x Google

Por Reuters

A Microsoft fez seu mais veemente e público ataque ao Google, definindo as ações de seu rival como potencialmente prejudiciais à concorrência e encorajando vítimas a apresentarem queixas às autoridades regulatórias.

O ataque surgiu dias depois que uma empresa controlada pela Microsoft, acompanhada por duas outras pequenas companhias online, se queixou aos fiscais da União Europeia quanto às operações do Google na Europa. A Microsoft também está combatendo um plano do Google para digitalizar milhões de livros, o qual atualmente está sob escrutínio do Departamento da Justiça.

“Nossas preocupações se referem apenas a práticas do Google que tendem a trancafiar parceiros e conteúdo – como o Google Books – e a excluir concorrentes, o que solapa a competição em seu sentido mais amplo”, escreveu Dave Heiner, vice-diretor jurídico geral da Microsoft, em um blog da empresa, sexta-feira.

“Em última análise, as agências que atuam no setor de leis de competição terão de decidir se as práticas do Google devem ou não ser consideradas como ilegais”, escreveu ele.

O Google se recusou a comentar sobre o texto no blog da Microsoft.

Nas duas últimas décadas, a Microsoft foi um dos alvos primários das autoridades de defesa da competição nos Estados Unidos e Europa, devido à maneira pela qual operava seu quase monopólio sobre o mercado de sistemas operacionais.

A maior produtora mundial de software agora parece ansiosa para direcionar a atenção das autoridades regulatórias ao Google, que é por larga margem o maior serviço mundial de buscas.

“Com o crescimento no poderio do Google, nos últimos anos, temos ouvido queixas cada vez mais intensas de diversas empresas, pequenas e grandes, sobre uma ampla variedade de práticas de negócios do Google”, escreveu Heiner.

“Algumas das queixas refletem posturas agressivas de negócios assumidas pelo Google. Outras refletem o sigilo com que o Google opera em muitas áreas. Outras parecem despertar sérias questões antitruste”, afirmou ele.

Heiner alegou que a forma pela qual o Google trabalha com anunciantes e grupos editoriais torna difícil para o Bing, o serviço de buscas concorrente operado pela Microsoft, conquistar volume no mercado.

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Portabilidade de telefonia móvel e fixa já beneficiou 4 milhões de usuários

Enviado por Nádia Franco, ter, 02/03/2010 – 15:03Pedro Peduzzi

Repórter da Agência Brasil

Brasília – Em vigor em todo o país desde março do ano passado, a portabilidade numérica – benefício que permite a troca de operadora de telefonia fixa e móvel com a manutenção do número do telefone – já beneficiou 4 milhões de usuários, dos 5,2 milhões que fizeram pedido. Os números são da Associação Brasileira de Recursos em Telecomunicações (ABR Telecom), entidade responsável pela administração da portabilidade numérica.

No entanto, a implantação já havia sido iniciada de forma gradativa em setembro de 2008 nos pequenos municípios, a fim de evitar que uma alta demanda resultasse em problemas operacionais. Foram ao todo 14 etapas para que a implantação fosse concluída – o que ocorreu em 2 de março de 2009, com o acesso dos últimos cinco DDDs ao novo serviço.

Os primeiros beneficiados foram os DDDs 14 e 17 (SP), 27 (ES), 37 (MG) 43 (PR), 62 (GO), 67 (MS) e 86 (PI). E os últimos dos 67 DDDs existentes a serem beneficiados foram o 53 (RS), 64 (GO), 66 (MT), 91 (PA) e 11 (SP).

De acordo com a ABR Telecom, dos 5,2 milhões de pedidos, 1,74 milhão eram relativos à telefonia fixa e 3,45 milhões à telefonia móvel. Destes, 1,2 milhão de pedidos de migração de número para outras operadoras de telefonia fixa foram efetivados, bem como 2,8 milhões para outras operadoras de telefonia móvel.

São Paulo foi o estado que registrou maior número de solicitações (1,39 milhões) e de efetivações (1,1 milhão), também entre setembro de 2008 e março de 2010. .

Por determinação do Regulamento Geral da Portabilidade Numérica, que completa um ano de implantação plena hoje (2), a partir de 11 de março, os usuários de telefones fixos e móveis que optarem por trocar de operadora e manter o número de telefone terão a migração concluída em três dias úteis. Até essa data, o processo continuará sendo em cumprido em cinco dias úteis.

Segundo o presidente da ABR Telecom, José Moreira, o sistema desenvolvido para suportar os procedimentos dessa nova fase “já está pronto para entrada em operação”. Ele destaca que, no início da implantação, o índice de eficiência da portabilidade era de 81% e, desde que foi implantada plenamente, esse índice tem se mantido acima de 91%.

A ABR Telecom informa que dezembro do ano passado foi o mês que registrou maior número de pedidos de portabilidade (465.042 pedidos) e, também, de migrações concluídas (387.043).

As fiscalizações para checar se as obrigações estabelecidas no regulamento de portabilidade estão sendo atendidas ficam a cargo da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). De acordo com a entidade, as principais irregularidades encontradas foram: falta de panfletos explicativos e cartazes; não cumprimento do prazo de início da oferta de portabilidade; não fornecimento do número do bilhete de portabilidade; e a não aceitação da portabilidade para usuários com restrições nos organismos de proteção ao crédito.

A essa lista acrescentam-se também irregularidades como prestação de informações inadequadas sobre as condições de oferta da portabilidade; encaminhamento incorreto de chamadas; impossibilidade de solicitação da portabilidade pelo usuário; não atendimento dos prazos regulamentares de efetivação da portabilidade; cancelamento indevido de solicitações de portabilidade; inexistência de registros sobre solicitações de portabilidade; não encaminhamento de chamadas provenientes da prestadora doadora; e existência de cláusulas nos contratos de prestação de serviços que se contrapõem ao Regulamento Geral de Portabilidade.

Para solicitar a portabilidade numérica o usuário deve procurar a operadora para onde quer migrar e fazer a solicitação.

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