Arquivo para Setembro, 2010

Horário de Verão começa em 17 de outubro

15/09/2010 14h52 – Atualizado em 15/09/2010 15h07

Mudança nos ponteiros do relógio vai até 20 de fevereiro de 2011.
Medida vale para as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

Alexandro Martello Do G1, em Brasília

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O Ministério de Minas e Energia informou nesta quarta-feira (15) que o horário de verão terá início em 17 de outubro deste ano e se estenderá até 20 de fevereiro de 2011.

O governo lembrou que o decreto presidencial número 6.558/2008 determina que a temporada para ajustar os ponteiros do relógio deve ter início no terceiro domingo do mês de outubro, prolongando-se até o terceiro domingo de fevereiro do ano subsequente.

“A norma possui o objetivo de conscientizar a população em relação ao aproveitamento da luz natural, além de estimular o uso, de forma racional, de energia elétrica. Na prática, o adiantamento do horário em uma hora diminui o carregamento nas linhas de transmissão, subestações e nos sistemas de distribuição, de forma que, o atendimento em épocas de maior consumo ocorra com maior eficiência”, informou o Ministério de Minas e Energia, por meio de nota.

O horário de verão é válido para as regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste do país. Em todas as regiões onde foi aplicada a medida contabilizou-se uma redução média na demanda de aproximadamente 5%, acrescentou o governo.

Outros países
Segundo o Ministério de Minas e Enerrgia, atualmente há vários países que fazem mudança no horário convencional para aproveitar a luminosidade do verão. Entre eles, estão os países membros da União Européia, a maioria dos países que formavam a antiga União Soviética, a maioria do Oriente Médio (Irã, Iraque, Síria, Líbano, Israel, Palestina), parte da Oceania (Austrália, em parte do seu território, e Nova Zelândia), a América do Norte (Canadá, Estados Unidos e México), alguns da América Central (Cuba, Honduras, Guatemala, Haiti e Bahamas) e da América do Sul (Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e Chile).

O governo lembra que boa parte dos países que adota a medida está situada nas regiões consideradas como tropicais, como o Brasil e o Paraguai, na América do Sul, Cuba, Honduras, Guatemala e Haiti, na América Central, o México, na América do Norte, a Austrália, na Oceania, o Egito e o Marrocos, na África. Acresenta que, nos Estados Unidos, a medida se consolida no chamado “Daylight Savings Time”, que começa normalmente no primeiro domingo de abril e dura até o último domingo de outubro.

Norte e Nordeste
Sobre a não aplicação do horário de verão nos estados do Nordeste e Norte, o Ministério de Minas e Energia lembra que experiência demonstrou que a aplicação do horário de verão é mais efetiva quando abrange “regiões geo-elétricas mais definidas”. Acrescenta que a opção pela aplicação nas regiões Sul e Sudeste/Centro Oeste justifica-se pelos “melhores resultados alcançados”, e por se constituírem estes mercados na maior parte da carga do país.

“A sua aplicação nos submercados Norte e Nordeste não foi recomendada devido aos pequenos benefícios estimados nas avaliações do Operador Nacional do Sistema Elétrico – ONS”, acrescenta o governo. Os fundamentos de aplicação do horário de verão, segundo o Ministério de Minas e Energia, mostram que “quanto mais próximo aos trópicos tal aproveitamento é mais intensivo e quando se afasta destes e se aproxima da linha do Equador, se reduz o aproveitamento, tendo em vista a menor intensificação da luz natural ao longo do dia, no verão”.

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Microsoft apresenta Internet Explorer 9 nesta quarta-feira

efe.com, Atualizado: 14/9/2010 22:17

San Francisco, 15 set (EFE).- O gigante tecnológico Microsoft apresentará nesta quarta-feira, em San Francisco (no estado americano da Califórnia) a nova versão de seu navegador, o Internet Explorer 9 (IE9), que os analistas esperam que melhore a velocidade de processamento para competir com Google Chrome e Mozilla Firefox.

Os especialistas em tecnologia preveem que o IE9 terá aspecto mais simples, na linha de sua concorrência, e estará preparado para exibir conteúdos audiovisuais.

Apesar de esta função já estar disponível em outros navegadores, espera-se que o IE9 dê mais velocidade ao serviço.

Esta é a primeira atualização do Internet Explorer depois do IE8, que foi apresentado em 2009 e ajudou a frear a queda de fração de mercado do navegador da Microsoft.

Atualmente as diferentes versões do IE existentes usadas em quase 60% das conexões mundiais, um número que em 1995 estava em 95%, mas que foi caindo paulatinamente frente às propostas de Mozilla Firefox e, mais recentemente, Google Chrome.

O evento começará às 10h30 locais (14h30 de Brasília). EFE

fmx/fm

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Veja quais instituições têm mais cursos de pós com nota máxima

15/09/2010 06h00 – Atualizado em 15/09/2010 06h46

Avaliação trienal de programas foi divulgada pela Capes a terça-feira (14).
USP, UFRJ e Unicamp são campeãs em cursos com maior pontuação.

Fábio Tito Do G1, em Brasília

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A região Sudeste reúne 83% dos cursos de pós-graduação que têm desempenho equivalente aos mais importantes centros internacionais de ensino e pesquisa, de acordo com a avaliação trienal de cursos de pós-graduação no Brasil. Os dados foram divulgados pela Coordenação e Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) a terça-feira (14).

(Veja na tabela no fim desta página a lista com todas as universidades e cursos que atingiram nota máxima na avaliação da Capes)

As três instituições com mais cursos que atingiram a nota máxima na avaliação foram Universidade de São Paulo (USP), Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Todos os cursos avaliados são classificados com notas de 1 a 7, e apenas os que atingem 6 ou 7 são considerados de alto padrão internacional. Entre as instituições que têm cursos com nota máxima, a USP lidera o ranking com folga, com 33 programas (que incluem cursos de mestrado e doutorado) classificados com nota 7. Atrás dela seguem a UFRJ e a Unicamp, empatadas com 14 programas cada.

O G1 conversou com o pró-reitor de pós-graduação da Unicamp, Euclides de Mesquita Neto, que falou sobre o desempenho da universidade e de outras instituições de ensino no Sudeste. “A Unicamp tem tido ao longo dos anos um desempenho bastante elevado. Mais de 40% dos cursos estão com nota 6 e 7”, comemorou o pró-reitor.

Segundo ele, o bom desempenho da região está ligado à condição econômica dos estados do Sudeste, superior à de demais regiões. “Em São Paulo, a Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) foi muito importante para amortecer os altos e baixos da economia do país”, conta.

“Acredito que o apoio da Capes, do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) e da Fapesp, articulado à política da Unicamp de valorizar a qualidade e investir em pesquisa resultaram nos resultados que tivemos”, afirma.

O pró-reitor também comentou sobre a clara diferença entre as regiões brasileiras na produção de conhecimento científico. Segundo dados da Capes, o Sudeste sozinho concentra 53% dos cursos de pós-graduação do país. “Estou participando do Plano Nacional de Pós-Graduação, e um dos assuntos mais debatidos é justamente discrepância dos cursos de pós entre as regiões. Acredito que é importante investir em grandes centros de pesquisa no Norte e Nordeste para que se ganhe em eficiência”, afirma.

Segundo Euclides de Mesquita, esses grandes centros também favoreceriam a permanência dos futuros doutores em suas respectivas regiões. “Quando um pesquisador vai buscar formação em outra região, é comum que ele acabe ficando por lá, o que não ajuda o desenvolvimento do seu próprio estado”, completa.

Veja abaixo a lista com as instituições e os respectivos programas de pós-graduação que atingiram nota máxima na avaliação do Capes:

Instituição Estado Nº de programas
com nota máxima
Cursos com nota máxima
(mestrados e doutorados)
CBPF – Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas RJ 1 Física
FGV – Fundação Getúlio Vargas RJ 1 Economia
IMPA – Associação Instituto Nacional de
Matemática Aplicada
RJ 1 Matemática
INPE – Instituto Nacional de Pesquisas
Espaciais
SP 1 Sensoriamento Remoto
PUC-RIO – Pontifícia Universidade Católica do
Rio de Janeiro
RJ 3 Educação; Engenharia Mecânica;
Informática
UCAM – Universidade Cândido Mendes RJ 2 Ciência Política; Sociologia
UERJ – Universidade do Estado do Rio de
Janeiro
RJ 1 Educação
UFBA – Universidade Federal da Bahia BA 1 Saúde Coletiva
UFF – Universidade Federal Fluminense RJ 1 História
UFMG – Universidade Federal de Minas Gerais MG 9 Bioquímica e Imunologia; Ciências Biológicas (Fisiologia e Farmacologia); Ciências da Computação; Demografia; Educação; Engenharia Metalúrgica de Minas; Estudos Literários; Física; Infectologia e Medicina Tropical
UFPEL – Universidade Federal de Pelotas RS 1 Epidemiologia
UFRGS – Universidade Federal do Rio Grande
do Sul
RS 10 Ciências Biológicas (Bioquímica); Ciências Médicas (Psiquiatria); Engenharia Civil; Engenharia de Minas, Metalúrgica e de Materiais; Física; Genética e Biologia Molecular; Geociências; Música; Psicologia; Química
UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro RJ 14 Antropologia Social; Ciências Biológicas (Biofísica); Ciências Biológicas (Fisiologia); Clínica Médica; Engenharia Biomédica; Engenharia Civil; Engenharia de Sistemas da Computação; Engenharia Elétrica; Engenharia Mecânica; Engenharia Química; Geografia; Química; Química Biológica; Sociologia e Antropologia
UFSC – Universidade Federal de Santa
Catarina
SC 3 Engenharia Mecânica; Farmacologia; Química
UFSCAR – Universidade Federal de São
Carlos
SP 2 Ciência e Engenharia dos Materiais; Engenharia Química
UNESP – Universidade Estadual Paulista Júlio
de Mesquita Filho
SP 2 Zootecnia; Geografia
Unicamp – Universidade Estadual de
Campinas
SP 14 Ciência de Alimentos; Ecologia; Engenharia de Alimentos; Engenharia Elétrica; Engenharia Mecânica; Engenharia Química; Física; Fisiopatologia Médica; Genética e Biologia Molecular; História; Linguística; Matemática; Química; Odontologia
Unifesp – Universidade Federal de São Paulo SP 6 Ciências Biológicas (Biologia Molecular); Infectologia; Medicina (Nefrologia); Medicina (Oftalmologia); Microbiologia e Imunologia; Psicobiologia
USP – Universidade de São Paulo SP 33 Administração; Ciência Política; Ciências Biológicas (Bioquímica); Ciências dos Alimentos; Ciências Médicas; Economia; Epidemiologia Experimental Aplicada às Zoonoses; Estatística; Farmácia (Análises Clínicas); Física; Geografia (Geografia Humana); História Social; Imunologia; Linguística; Literatura Brasileira; Meteorologia; Nefrologia; Psicologia (Psicologia Experimental); Química; Sociologia; Agronomia (Genética e Melhoramento de Plantas); Agronomia (Solo e Nutrição de Plantas); Ciência Animal e Pastagens; Ciências Biológicas (Farmacologia); Fisiologia; Imunologia Básica e Aplicada; Medicina (Neurologia); Psicobiologia; Engenharia Civil (Engenharia de Estruturas); Engenharia Hidráulica e Saneamento; Física; Físico-Química; Química (Química Analítica)

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