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BM&FBOVESPA bate recorde em número de negócios realizados no mercado de ações

09/10/2008

O pregão do mercado de ações da BM&FBOVESPA registrou hoje, 8 outubro, nova máxima histórica de número de negócios, com 409.788 transações. Trata-se do segundo recorde do ano, superando os 385.740 negócios registrados no fechamento de 2 de maio de 2008.

O volume total negociado no pregão foi de R$ 7.407.452.004,64  e o Índice Bovespa desvalorizou 3,85%.

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Confira as ações recomendadas pelas corretoras para o mês de julho

Quinta-feira, 03 de julho de 2008, 03h00

Diante do aumento das incertezas, indicações incluem empresas de setores considerados menos voláteis, como energia elétrica

 

O aumento nas incertezas no mercado financeiro influenciou a composição das carteiras de ações recomendadas pelas corretoras para o mês de julho. Ao lado das tradicionais Petrobras e Vale, figuram agora papéis de setores considerados menos voláteis, de empresas boas pagadoras de dividendos e com fluxo de caixa mais estável.

Para a equipe de análise da HSBC Corretora, a estratégia é priorizar os setores com menor exposição ao crédito e ao consumo internos. “Assim, colocamos o setor de energia como a principal recomendação em nossa carteira de julho”, destaca. A corretora avalia como um investimento de maior risco neste momento a compra de ações de setores como aviação civil, petroquímico e bancos.

A Ativa também decidiu reduzir a exposição no setor de varejo em busca de papéis menos voláteis, como os do setor de energia. Os analistas da corretora também destacam Petrobras, em conseqüência da alta nas cotações internacionais do petróleo e à espera de notícias sobre descobertas da Petrobras.

A SLW é outra corretora que aposta no bom desempenho das empresas de energia elétrica e incluiu três ações do setor na carteira sugerida: Cemig, CPFL Energia e Eletrobrás.

Para a Unibanco Corretora, mesmo considerando uma volatilidade maior no mercado internacional, o Ibovespa deve retomar a tendência de alta em razão dos fortes resultados esperados para as empresas brasileiras no 2º trimestre. Uma das apostas da instituição para o mês é o setor siderúrgico, com destaque para Usiminas ON, em razão do cenário de forte demanda interna.

Confira a seguir as sugestões de ações das corretoras para julho:

 

HSBC

Ação

Participação (%)

Potencial de

alta (%)

BR Malls Part ON

10

118,7

Vale do Rio Doce PNA

20

39,1

Petrobras PN

30

30,9

CCR Rodovias ON

10

25,6

AES Tietê PN

10

21,3

CSN ON

10

18,5

Energias do Brasil ON

10

6,6

Prazo: 12 meses

 

   

Planner

Ação

Participação (%)

Potencial de

alta (%)

Vale

10

57,23

Sid Nacional

10

em revisão

Usiminas

10

em revisão

Petrobras

15

em revisão

Brasil

11

49,14

Bradesco

11

66,72

Bovespa Holding

11

75,88

Redecard

12

46,82

Tran Paulist

10

2,18

Prazo: dezembro de 2008

 

   

Fator

Ação

Participação % (com base no Ibovespa)

Potencial de

alta (%)

Petrobras PN

17

8,2

Itausa PN

13

          em revisão
Weg ON

10

47

ALL Units

9

60

Ambev PN

7

90,5

Ultrapar PN

7

46,1

Eletrobrás PNB

6

53,5

Net PN

6

84,1

B2W ON

6

108,9

Telesp PN

6

63,1

Vale PNA

5

em revisão

Banco do Brasil ON

5

em revisão

Telemar ON

3

83,6

Prazo: dezembro de 2008

 

SLW

Ação

Participação (%)

Potencial de

 alta (%)

Vale R Doce PNA

10

68

Bradesco PN

10

64

Cemig PN

10

23

CPFL Energia ON

10

18

Eletrobras ON

10

61

B2W Global ON

10

41

Sid Nacional ON

10

15

Gerdau PN

10

em revisão

Petrobras PN

10

19

Duratex PN

10

em revisão

Prazo: dezembro de 2008

 

   

Ativa

Ação

Participação (%)

Preço-alvo (R$)

Weg ON

6,0

31,55

Lojas Americanas PN

5,8

em revisão

Cesp PNB

6,1

em revisão

Cemig PNB

6,7

em revisão

Bradesco PN

6,1

em revisão

Banco do Brasil ON

5,7

em revisão

Bradespar PN

12,5

em revisão

Vale

3,8

em revisão

Petrobras PN

24,0

em revisão

Usiminas PNA

10,2

em revisão

Datasul ON

5,9

32,00

Tegma ON

7,2

em revisão

Prazo: dezembro de 2008

 

 

 

Unibanco

Setor

Participação (%)

Ação/Quanto investir
Bancos & Serviços Financeiros

15,5

Banco do Brasil ON 60%, Bradesco PN 40%
Consumo / Saúde

6,0

Dasa ON 40%, Pão de Acúcar PN 30% Lj. Americanas PN 30%
Mineração

16,0

Vale PNA 100%
Petróleo, Gás & Petroquímica

19,0

Petrobras PN 80%, Ultrapar PN 20%
Papel & celulose

2,0

VCP PN 100%
Siderurgia

12,5

Usiminas 100%
Telecom, Mídia & Tecnologia

3,5

GVT ON 100%
Setor elétrico

13,0

Copel PNB 60%, AES Tietê PN 40%
Outros

12,5

Localiza ON 60%, Duratex PN 40%

Fonte corretoras

 

Publicado em: 03 de julho de 2008, 03h00
Alterado em: 03 de julho de 2008, 03h00

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Confira as alterações para este pregão e as previstas para o de 27 de junho

Por: Bovespa
26/06/08 – 10h06
Bovespa

SÃO PAULO – Confira as alterações para este pregão de 26 de junho, bem como as previstas para o de 27 de junho:

Alterações para o pregão de 26/06/2008

ARACRUZ (ARCZ-N1) – Acoes nominativas ex-juros.

BRZ INVEST (BRZI-MB) – Acoes nominativas ex-subscricao.

CASAN (CASN) – Deixam de ser negociados os recibos de subscricao e as acoes passam a ser transacionadas com distincao de dividendo.

REDECARD (RDCD-NM) – Acoes escriturais ex-juros.

Alterações previstas para o pregão de 27/06/2008

FDC CESP II (CSPD-MB)
FDC CESP III (CSPT-MB) – Cotas escriturais ex-amortizacao.

FII HG SHOP (HGBS) – As cotas de emissao desse fundo passam a ser negociadas com o novo nome de pregao “FII CSHGSHOP”, permanecendo inalterado o codigo de negociacao “HGBS”.

FUNDO DE INVESTIMENTO EM DIREITOS CREDITORIOS MULTISETORIAL DELTA LP – Inicio de negociacao no SOMA FIX com as cotas seniores de emissao do fundo. O nome de pregao e “FDC DELTA LP” e o codigo de negociacao e “DLTL-F01″ – ISIN BRDLTLCTF006.

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Quais ações se beneficiam e quais se prejudicam com a alta da Selic?

Por: Camila da Rocha Mendes
24/06/08 – 10h00
InfoMoney

SÃO PAULO – Diante de um maior aperto monetário tomado como certo pelo mercado, e praticamente confirmado pelas últimas manifestações das autoridades do Banco Central, quais ações podem se beneficiar deste cenário?

Atualmente, a taxa básica do juro brasileiro está a 12,25% ao ano, elevada pela primeira vez após dois anos em abril último, em 0,50 ponto percentual, ação repetida pelo Copom (Comitê de Política Monetária) em seu encontro subseqüente.

Segundo o último relatório Focus, divulgado na segunda-feira (23), o mercado projeta Selic a 14,25% ao ano ao final de 2008, o que significa que as expectativas convergem para incremento na taxa de 200 pontos-base ao longo dos próximos quatro encontros da autoridade monetária.

Diante deste quadro, especialistas apontam quais setores da bolsa serão menos e mais afetados.

Só os bancos são beneficiados
O primeiro setor apontado pelos especialistas como favorecido pela Selic mais alta é o financeiro. “Os bancos se beneficiam, pois mesmo antes do Copom começar a atuar – elevando o juro – eles já conseguiram repassar o aumento da taxa básica”, avalia Clodoir Vieira, economista da corretora Souza Barros.

“Para os bancos pode ser bom no ganho com operações baseadas no juro, mas é ruim por que o aumento da Selic pode prejudicar a demanda pelo crédito”, pondera menos otimista, Silvio Campos, economista-chefe do banco Schahin.

“Os bancos são os únicos beneficiados, já a lista de prejudicados pode se estender mais”, alerta Vieira.

Construtoras: as mais prejudicadas
“A percepção do aumento de juro somada ao cenário externo mais deteriorado torna a situação muito difícil, o sinal da bolsa tende muito mais para o negativo”, avalia Campos Neto, do Schahin, “principalmente no curto prazo”, completa.

“Os segmentos que vêm se beneficiando com o aquecimento da economia serão prejudicados tanto pelo aumento de juro interno quanto externo”, aponta o economista, referindo-se ao já sinalizado aperto monetário na Europa e à possível elevação da taxa básica norte-americana. Campos cita como desfavorecidos os setores de consumo, construção civil, siderurgia e mineração.

“As mais prejudicadas seriam as construtoras, porque elas dependem muito de financiamento, e o encarecimento do crédito pode reduzir a procura por imóveis“, avalia Vieira, da Souza Barros. “Principalmente aquelas voltadas à população de baixa renda”.

Menor demanda por financiamento
Da mesma forma, o financiamento de carros também pode ser afetado pela redução da demanda por crédito, acredita Vieira. Assim, uma vez que as montadoras não têm capital aberto no Brasil, as ações de empresas de bens industriais ligadas ao setor automobilístico, como siderúrgicas e fabricantes de autopeças, podem sofrer com o desaquecimento das vendas via financiamento de veículos.

“Se o consumidor financiar um bem agora, ele irá pagar por quinze anos uma taxa que está quase no seu pico, o que não vale a pena”, explica o economista da corretora Souza Barros.

Já em relação aos fundamentos macroeconômicos, Campos, do Schahin, acredita que o aperto monetário deve ser eficiente no controle da inflação, o que beneficiará o consumo e propiciará a retomada da atividade econômica a patamares mais elevados, contudo “no curto prazo, a tendência é de queda na bolsa”, reforça.

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Confira as alterações para este pregão e as previstas para o de 20 de junho

 

Por: Bovespa
19/06/08 – 09h36
Bovespa

SÃO PAULO – Confira as alterações para este pregão de 19 de junho, bem como as previstas para o de 20 de junho:

Alterações para o pregão de 19/06/2008

AETATIS SEC (AETA) – CRIs da 1a emissao, 1a serie ex-juros e ex-amortizacao.

MARLIM PART (MARL-MB)
MARLIM PETR (MRLM-MB) – Acoes nominativas ex-restituicao de capital e ex- dividendo.

XX DE NOVEMBRO (VDNS-MB) – CRIs da 1a emissao, serie unica ex-resgate parcial.

Alterações previstas para o pregão de 20/06/2008
BRAZILIAN SC (BSCS) – CRIs da 1a emissao, 79a serie ex-juros e ex-amortizacao.

FDC RB HIGH (RBFH) – Cotas seniores ex-amortizacao.

VIVO (VIVO) – Direitos ultimo dia.

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Mercados externos e agenda de indicadores dificultam prognóstico para abertura

Por: Vitor Silveira Lima Oliveira
13/06/08 – 09h10
InfoMoney

SÃO PAULO – Em sexta-feira (13) marcada pela divulgação de importantes indicadores econômicos, investidores mantêm cautela frente à tendência indefinida nos mercados externos.

Com o choque provocado pela forte elevação dos preços de petróleo, os mercados têm prestado maior atenção aos indicadores sobre o consumo, especialmente nos Estados Unidos, em que serão revelados dados sobre o aumento de preços e confiança do consumidor.

O noticiário corporativo também pode trazer volatilidade adicional aos negócios nesta sessão, com problemas em relação a possíveis fusões nos setores de internet e consumo. Internamente, o setor de petróleo pode agitar os negócios, com a estréia de OGX e a nova descoberta da Petrobras.

De acordo com a corretora Spinelli, os indicadores trarão “indicações sobre o efeito atual da alta dos preços das commodities sobre a inflação, bem como sobre o humor dos norte-americanos com relação ao desempenho econômico do país.”

Noticiário Corporativo
Após o encerramento do último pregão, a Petrobras anunciou a descoberta de mais um poço de petróleo leve na camada pré-sal da bacia de Campos, em área operada em conjunto com BP Group e Repsol YPF.

Nos EUA, repercute entre investidores o acordo do Yahoo! com o Google sobre anúncios na internet, que sinaliza o fim das negociações sobre sua venda para a Microsoft.

Ademais, agências internacionais informam que a Anheuser-Busch negocia a aquisição do restante do capital da cervejaria mexicana Modelo, o que pode prejudicar as negociações sobre sua venda para a Inbev, pressionando seus papéis nas negociações do after-market.

Perspectivas
Nos Estados Unidos, os mercados futuros operam sem tendência definida, em espera pela divulgação do CPI (índice de preços ao consumidor) e do índice de confiança do consumidor da Universidade de Michigan, enquanto as bolsas européias operam no campo negativo.

Na última quinta-feira, o Ibovespa registrou alta de 0,79%, para 67.320 pontos. Nesta sessão, “a presença e o interesse dos estrangeiros reduzidos e a agenda forte desta sexta nos EUA são variáveis que não permitem uma maior definição dos rumos do Ibovespa.”, afirmam analistas da corretora Ágora.

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MERCADO DE CAPITAIS: Tsunami de IPO’s não se repetirá este ano

 

O tsunami de oferta de ações registradas no ano passado – que movimentaram cerca de R$ 65,4 bilhões -, não deverá se repetir este ano. É o que afirmou José Olympio da Veiga Pereira, diretor do Credit Suisse, durante o 10º Encontro Nacional de Relações com Investidores e Mercado de Capitais. ‘Isso foi alimentado por um índice de sucesso grande dos precedentes. Os números de 2007 não podem ser considerados como base’, afirma.
Segundo o executivo, um número ‘normal’ para este ano seria próximo ao registrado em 2006 – cerca de US$ 8 bilhões em emissão. ‘Porém, neste ano, veremos menos empresas vindo a mercado quando comparado com 2006, embora seja o mesmo volume’, ressalta Olympio. Em 2006, 26 empresas abriram capital.
Segundo o executivo, 84,1% das ofertas públicas de iniciais de ações (IPO, na sigla em inglês) registradas no ano passado apresentaram performance inferior ao índice Ibovespa. ‘Não foi um problema de conhecimento das empresas e sim absorção do volume de oferta’, afirma.
O diretor do Credit Suisse também elogiou a afirmação da presidente da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Maria Helena Santana, que visa encurtar prazos para registro de ofertas. ‘A afirmação é extremamente positiva. Dará agilidade nos processos de registro e, com certeza, aumentará o volume de investimentos. Empresas conhecidas, que acessam com freqüência o mercado, serão beneficiadas’, completa Olympio. (Vanessa Correia – InvestNews)

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Repercutindo Nossa Caixa, mercado especula sobre Banrisul e ações sobem

Por: Vitor Silveira Lima Oliveira
23/05/08 – 14h45
InfoMoney

SÃO PAULO – O desempenho positivo dos papéis do Banrisul (BRSR6), após o assédio de grandes bancos brasileiros sobre a Nossa Caixa, levanta questões a respeito do processo de consolidação do setor financeiro, bem como do papel reservado aos bancos regionais neste processo.

Com o desempenho vigoroso dos papéis do banco estatal paulista na sessão desta sexta-feira (23), o mercado poderia antecipar os novos capítulos sobre fusões e aquisições no setor, premiando os papéis que despontam como potenciais alvos dos grandes atores no Brasil.

Alvo de especulações
Seria este o caso do Banrisul, cujos papéis sobem cerca de 3,5% em um dia pouco favorável para os negócios na bolsa paulista? Em entrevista concedida ao InfoMoney em outubro do ano passado, o diretor de Relações com Investidores do banco, Ricardo Hingel, foi categórico ao negar a possibilidade de uma alienação.

De acordo com Hingel, existe um dispositivo na constituição do estado do Rio Grande do Sul que impede tal operação. À época, as especulações derivavam da aquisição do ABN Amro pelo Santander. Até o fechamento desta notícia, não houve resposta do RI do Banrisul a respeito do tema.

Ganhos de escala
Contudo, as especulações são alimentadas por um fator simples, salientado pelo próprio diretor de RI na referida entrevista, que afirmou tratar-se “de uma indústria que só sobrevive em economias de inflação controlada se tiver escala”.

Questiona-se a possibilidade de instituições regionais deste porte sobreviverem no ambiente cada vez mais competitivo do setor financeiro no país. Para efeito de comparação, o Banrisul possui cerca de 3 milhões de correntistas, frente aos mais de 26 milhões do Banco do Brasil.

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