Arquivo para Aposentadoria

Governo sanciona aumento de 7,7% para aposentados

15/06/2010

Yara Aquino
Repórter da Agência Brasil

Brasília – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou hoje o reajuste de 7,7% para os aposentados que ganham mais de um salário mínimo, depois de cerca de quatro horas de reunião com a equipe econômica do governo, além do ministro da Previdência, Carlos Eduardo Gabas, e o líder do governo na Câmara, Cândido Vacarezza. A queda do fator previdenciário foi vetada.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse ao deixar a reunião que Lula orientou a equipe econômica a fazer os cortes necessários em outras despesas para compensar os gastos com o reajuste. Ele voltou a afirmar que não haverá redução em investimentos, mas em custeio e em emendas parlamentares

“Além dos cortes que já fizemos [no Orçamento], de R$ 10 bilhões, cortaremos R$ 1,6 bilhão para não alterar o Orçamento”.

O deputado Vacarezza disse que deixou claro para o presdiente que não passaria na Câmara ou no Senado qualquer percentual que fosse inferior aos 7,7%

Edição: Tereza Barbosa

Deixe um Comentário

Mário Couto pede derrubada do veto ao projeto que garante reajuste do mínimo às aposentadorias

27/04/2009 – 16h18

[Foto: senador Mário Couto ]
 

O senador Mário Couto (PSDB-PA), em discurso nesta segunda-feira (27), instou os senadores e deputados a derrubar o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Projeto de Lei de Conversão (PLV) 18/06, originário da Medida Provisória (MP) 288/06, que concede às aposentadorias o mesmo percentual de reajuste dado ao salário mínimo. O princípio é o mesmo contido no PLC 42/07, aprovado no final de 2008 após uma série de vigílias dos senadores.

- Derrubar o veto vai tirar milhares e milhares de aposentados da miséria – declarou.

A matéria será analisada em sessão do Congresso Nacional convocada para as 19h desta terça-feira (28) pelo presidente do Senado, José Sarney.

Segundo o senador, a votação trará uma “rara oportunidade de mostrar à Nação brasileira o quanto os parlamentares defendem a sociedade”. Para Mário Couto, é inadmissível que todo ano o salário mínimo seja reajustado em 10% ou 12%, enquanto as aposentadorias têm metade deste percentual de reajuste. Ele também criticou a justificativa de que não há recursos para a concessão do mesmo reajuste do mínimo às aposentadorias, lembrando que o Brasil emprestou recentemente “milhões de dólares” ao Fundo Monetário Internacional (FMI) e a países como Bolívia e Angola.

Mário Couto protestou pelo fato de não ocorrerem sessões para análise de vetos e demonstrou temor pelo risco de o veto não ser derrubado em virtude do voto secreto. Por isso ele defendeu o fim desse instituto, recebendo o apoio do senador Paulo Paim (PT-RS). O senador Marcelo Crivella (PTB-RJ), em aparte, defendeu o fim do fator previdenciário Entenda o assunto no cálculo das aposentadorias.

Da Redação / Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Deixe um Comentário

Aposentado pode voltar a usar 30% da renda no consignado

terça-feira, 10 de março de 2009, 11:13 | Online

Governo quer expandir crédito na crise e fortalecer consumo; hoje, só é possível usar até 20% da renda

Isabel Sobral, da Agência Estado

BRASÍLIA - O Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS) aprovou nesta terça-feira, 10, a possibilidade de aposentados e pensionistas do INSS voltem a comprometer 30% do seu rendimento com parcelas do crédito consignado. O conselho está retornando uma regra que existia até maio de 2008 e que naquela época foi alterada, por causa do aquecimento da economia.

 

Veja também:

linkQueda do PIB no 4º trimestre é a maior desde 1996

linkDe olho nos sintomas da crise econômica especial

linkDicionário da crise especiallinkLições de 29

 

linkComo o mundo reage à crise especial 

 

De maio até agora, o segurado do INSS só podia comprometer até 20% de sua renda com o crédito consignado tradicional e outros 10%, por meio da utilização do cartão de crédito consignado. Quem não tinha cartão ou não queria usá-lo só podia tomar crédito consignado até 20% da renda.

 

O secretário de Previdência Social, Helmut Schwarzer, explicou que o contexto atual da economia é diferente do ano passado, quando o governo optou por reduzir a expansão do crédito consignado. “Hoje precisamos fortalecer o consumo privado para que a economia se sustente”, afirmou o secretário.

 

Ele frisou que mesmo com a restrição imposta no ano passado, não houve uma paralisia na oferta desse crédito, mas apenas uma redução no ritmo do crescimento. O teto dos juros que pode ser cobrado pelos bancos, nesse tipo de empréstimo, é de 2,5% ao mês, na modalidade tradicional, e 3,5% ao mês, no cartão de crédito.

Deixe um Comentário

Governo pode flexibilizar cálculo para aposentadoria

Sexta-Feira, 05 de Dezembro de 2008 

 

Isabel Sobral e Denise Madueño, BRASÍLIA
Diante da oposição das centrais sindicais à fixação de idade mínima para as aposentadoria pelo INSS, o governo anunciou ontem que pode flexibilizar o fator previdenciário, mas não extingui-lo. A idéia é alterar a fórmula atual de modo que o tempo de contribuição e a idade do trabalhador, somados, atingissem 95 (homens) e 85 ( mulheres), para que o benefício seja equivalente a 100% da média das contribuições.

Essa combinação existe hoje no cálculo das aposentadorias dos servidores públicos que já trabalhavam antes da reforma previdenciária de 1998. O mecanismo, conhecido como “fórmula 95″, foi criado no Congresso com a ajuda do senador Paulo Paim (PT-RS). Quem entrou no serviço público após a reforma de 2003 tem de cumprir, cumulativamente, 35 anos de contribuição e 60 anos de idade (homens) e 30 e 55 anos (mulheres).

Para o governo, levar esse mecanismo para as aposentadorias do setor privado pode amenizar as queixas de que o fator previdenciário pune quem começa a trabalhar jovem, pois estuda a criação de um bônus para quem atingir a composição de idade e tempo de contribuição.

O governo, contudo, não abre mão de um mecanismo que adie as aposentadorias precoces. O ministro da Previdência, José Pimentel, reconheceu ser difícil a fixação de idade mínima porque isso exige alteração na Constituição. Uma mudança no cálculo do fator pode ser feita por projeto de lei, que requer maioria simples de votos.

“Queremos trazer para o Regime Geral (do INSS) regras que hoje já incentivam os servidores a permanecerem em atividade e não dependam de emenda constitucional”, disse o ministro.

O deputado Pepe Vargas (PT-RS), relator, na Câmara, do projeto de Paim que extingue o fator previdenciário, considerou a alternativa “um pouco melhor”. “Não é uma idéia tão draconiana, mas não tenho posição definida”, disse. Ele se diz convencido de que o fator previdenciário não atingiu o objetivo, algo com o qual o governo também concorda.

“A avaliação técnica é que as pessoas não estão postergando a aposentadoria por causa da aplicação do fator”, reconheceu o secretário de Previdência, Helmut Schwarzer. A idade média atual de aposentadoria pelo INSS dos homens é 54 anos e das mulheres, 52 anos, ainda longe da expectativa do governo de que o fator faria essa média se elevar para próximo dos 60 e 55 anos exigidos dos servidores públicos.

Os sindicalistas se disseram ontem “indignados” com a falta de proposta concreta do governo para acabar com o fator previdenciário. “O ministro disse que a retirada do fator só é possível com a inclusão de idade mínima, algo que nós rechaçamos, de pronto”, contou o presidente da Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB), Antônio Neto.

O representante da CUT, João Felício, acrescentou que o motivo da rejeição ao fator previdenciário e também à idade mínima é o fato de no Brasil os jovens começarem a trabalhar muito cedo. “Enquanto tivermos jovens começando a trabalhar aos 14 anos, não aceitamos regras como fator e idade mínima”, disse Felício.

Deixe um Comentário

Pressionado, governo negocia mudança no cálculo da aposentadoria

Sexta-Feira, 28 de Novembro de 2008 

 

Governo admite acabar com o fator previdenciário em troca de exigência de idade mínima nas aposentadorias
Isabel Sobral e Rosa Costa

Acuado pelos projetos que beneficiam aposentados, mas aumentam o rombo da Previdência Social, o governo admite, pela primeira vez, negociar o fim do fator previdenciário em troca da exigência de idade mínima nas aposentadorias. O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), informou ao Estado que, além disso, outra proposta está sendo costurada: a de substituir os projetos que reajustam valores das aposentadorias e pensões do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) por um programa de recuperação dos benefícios de valor mais baixo.

O assunto será discutido entre o ministro da Previdência, José Pimentel, e representantes das centrais sindicais em 4 de dezembro. A data foi marcada anteontem em jantar do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com sindicalistas, na Granja do Torto, em Brasília.

“Estamos caminhando para o fim do fator previdenciário e vamos trabalhar pelo limite de idade”, disse Jucá. “Vamos construir uma solução, um programa de recuperação (dos benefícios) da Previdência até dois, três salários mínimos.”

Para o líder do governo, as alternativas analisadas mostram que nem ele nem ninguém do governo se opõem ao mérito dos três projetos do senador Paulo Paim (PT-RS). Há, no entanto, preocupação com o impacto nas contas da Previdência. Já aprovados no Senado e aguardando votação na Câmara, os textos provocaram duas reações: a oposição de técnicos da equipe econômica e a mobilização de aposentados e pensionistas a favor dos projetos.

Segundo as projeções dos técnicos do Ministério da Previdência, somente a proposta de Paim, que reajusta os benefícios pela indexação ao número de salários mínimos a que eles equivaliam no momento da concessão, custaria R$ 76,6 bilhões por ano aos cofres do INSS. Outro projeto estende a todos os benefícios o reajuste de 9,2% dado este ano ao salário mínimo. As aposentadorias e pensões de valor superior a um mínimo tiveram 5% de reajuste (inflação acumulada pelo INPC). Isso resultaria num impacto anual de R$ 9 bilhões.

A declaração de Jucá sinalizando o fim do fator previdenciário mostra que o governo vai negociar para evitar o pior. “A grande contribuição é a gente se debruçar para construir uma alternativa. Isso é possível.”

O fator previdenciário foi criado em 1999 para controlar o crescimento das despesas previdenciárias em conseqüência do aumento da expectativa de vida da população. A fixação de uma idade mínima para aposentadoria também funciona como freio às aposentadorias precoces.

Para a área técnica do governo, entretanto, o fim do fator só é aceitável se ocorrer gradualmente, porque a fixação de uma idade mínima, além da necessidade do tempo mínimo de contribuição ao INSS (35 anos para homens e 30 anos para as mulheres), só pode ocorrer por meio de emenda constitucional que, para valer, tem de receber pelo menos três quintos de votos favoráveis no Congresso.

Segundo Jucá, o governo quer condicionar a negociação ao que chama de “limite da capacidade da Previdência no sistema futuro”. Ou seja, adotar uma idade limite compatível com a expectativa de vida do brasileiro, que está crescendo, e se reflete nas contas da Previdência.

TIRANDO O SONO DO GOVERNO

OS PROJETOS DE PAIM

Fator Previdenciário: Elimina do cálculo das aposentadorias por tempo de contribuição a fórmula que tenta desestimular as aposentadorias . Com o Fator Previdenciário, quanto mais jovem é o segurado, menor o valor do benefício. A proposta muda também a forma de calcular o benefício: em vez de tomar por base a média das contribuições feitas ao INSS desde 1994, ela retoma o critério antigo de considerar apenas os últimos três anos de contribuição.

Já aprovado no Senado e aguardando votação no plenário da Câmara

Reajuste: Repassa a todos os benefícios de valores superiores a um salário mínimo o índice de 9,2% de aumento aplicado ao mínimo este ano. Esses benefícios foram reajustados em 5%, índice correspondente à variação anual do INPC.

Já aprovado no Senado e aguardando votação no plenário da Câmara.

Vinculação ao salário mínimo: A proposta cria um mecanismo que vincula as aposentadorias e pensões ao salário mínimo e reajusta os benefícios atuais para que voltem a ter, em número de salários mínimos, valor equivalente ao que tinham na época em que foram concedidos.

Já aprovado no Senado, em caráter terminativo, seguiu esta semana para análise das comissões da Câmara.

O QUE É FATOR PREVIDENCIÁRIO Fórmula criada em 1999 que considera a idade e a expectativa de sobrevida do trabalhador (conforme dados do IBGE) no momento do pedido de aposentadoria para calcular o valor do benefício. Quanto mais jovem, menor o valor da aposentadoria.

QUAL SEU EFEITO

O fator estimula as pessoas a permanecer mais tempo trabalhando para poder receber o maior valor possível de aposentadoria. O valor do benefício depende do histórico das contribuições de cada pessoa. Mas, nos últimos anos, a aplicação do fator têm resultado em uma redução entre 20% e 30% no valor máximo da aposentadoria, se o segurado decide se aposentar logo no final do tempo mínimo de contribuição (hoje, 35 anos para homens e 30 para mulheres), sem passar mais algum tempo em atividade.

ECONOMIA PARA O INSS

R$ 10 bilhões, nos últimos oito anos.

O QUE PODE MUDAR

Se cair o fator previdenciário e no seu lugar for estabelecida uma idade mínima para aposentadoria pelo INSS, um trabalhador só poderá se aposentar no momento em que completar o tempo de contribuição (30 anos para mulheres e 35 anos para homens) e também uma idade que vier a ser especificada na Constituição. Servidores públicos, por exemplo, atualmente devem cumprir a exigência de 35 anos de contribuição e 60 anos de idade, se homens, e de 30 anos de contribuição e 55 anos de idade, se mulheres.

Deixe um Comentário

CAS aprova projeto que recupera valor de aposentadorias e pensões

12/11/2008 – 12h16

[Foto]

Aposentadorias e pensões pagas pela Previdência Social poderão ter os seus valores atualizados ano a ano. A intenção é recuperar o valor do poder aquisitivo desses benefícios, de forma a garantir o mesmo número de salários mínimos que eram recebidos na data da concessão da aposentadoria ou da pensão.

A proposta foi aprovada nesta quarta-feira (12) pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) ao adotar, em turno suplementar, substitutivo da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) ao texto original do projeto (PLS 58/03) de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS). O projeto foi votado pela CAS em decisão terminativa.

De acordo com o substitutivo da CCJ acolhido pela CAS, será criado um novo parâmetro de atualização do poder de compra dos benefícios pagos a aposentados e pensionistas: é o Índice de Correção Previdenciária – ICP – resultante da divisão do salário de benefício (a aposentadoria) pelo menor salário de benefício pago pelo Regime Geral da Previdência Social. Segundo o texto aprovado, na data da aposentadoria, cada segurado passará a ter um ICP individual, a ser usado para cálculo dos reajustes por toda a vida.

O substitutivo aprovado fixa ainda uma regra de transição de cinco anos até que o poder de compra seja totalmente recuperado. O prazo também servirá para que os orçamentos sejam adaptados às despesas.

O projeto original de Paim estendia a nova regra aos servidores inativos e pensionistas da União. Mas essa parte foi retirada do texto durante a tramitação da matéria na CCJ, por ter sido considerada inconstitucional.Isso porque artigo da Constituição dá ao presidente da República a competência exclusiva para legislar sobre aumento de remuneração e aposentadoria dos servidores públicos. O texto aprovado na CAS foi relatado pelo senador Expedito Júnior (PR-RO).

Elogios

Após a aprovação do projeto, Paim enalteceu a decisão da CAS e disse que o projeto “faz apenas justiça” a aposentados e pensionistas. Já a senadora Rosalba Ciarlini (DEM-RN), relatora ad hoc no colegiado, defendeu a rápida aprovação da proposição pela Câmara dos Deputados para que, observou, milhões de brasileiros tenham seus proventos reajustados.

Expedito Júnior (PR-RO), relator da proposta, também destacou a aprovação do projeto, enquanto o senador Mário Couto (PSDB-PA) advertiu: “Não vamos abrir mão nem de um milímetro em defesa dessa causa”. Durante o debate da matéria, ainda, o senador Flávio Arns (PT-PR) defendeu o fim do fator previdenciário no cálculo de aposentadorias e pensões.

Cláudio Bernardo / Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Deixe um Comentário

Reajuste de aposentadorias volta ao plenário

Quinta-Feira, 12 de Junho de 2008 

Projeto do senador Paim que iguala aumentos aos do salário mínimo passa em comissão da Câmara

Denise Madueño

Em um cochilo do governo, a comissão especial da Câmara que analisa o projeto que fixa a política para o salário mínimo aprovou ontem a emenda do senador Paulo Paim (PT-RS) que equipara os reajustes de todos os benefícios da Previdência ao mesmo índice do salário mínimo. Contrário à equiparação, que elevará os custos da Previdência, o governo terá de mobilizar a sua base para derrubar o projeto no plenário, última etapa de tramitação antes de seguir para a sanção do presidente da República. Será mais um desgaste político para os deputados, em ano de eleições para prefeito, ou para o presidente Lula em um eventual veto.

A aprovação da emenda na comissão foi rápida, utilizando-se do espaço entre as sessões extraordinárias da tarde e da noite do plenário da Câmara que analisava a criação da Contribuição Social para a Saúde (CSS). A sessão na comissão especial havia começado à tarde, mas foi suspensa com o início das votações no plenário. As comissões não podem trabalhar quando o plenário está votando, sob pena de ter suas decisões anuladas. Quando houve uma brecha, a comissão retomou os trabalhos e aprovou a emenda de Paim.

“Cumpri a minha função como presidente. A comissão tinha dez sessões para apreciar a proposta e hoje (ontem) era justamente a décima. Eu não tinha outro caminho a não ser colocar a proposta em votação”, argumentou o deputado Júlio Delgado (PSB-MG), presidente da comissão.

O governo reagiu ontem à noite mesmo. O deputado Gilmar Machado (PT-MG) queria a anulação da votação e argumentou que o plenário estava trabalhando, mas deputados da comissão especial reafirmaram que, no momento, a chamada de ordem do dia, horário da sessão reservado às votações, não havia iniciado.

“Não houve manifestação contrária, contestação nem pedido de verificação”, explicou Delgado. No momento da aprovação, nove deputados estavam presentes, não havendo o quórum de 12 dos 18 parlamentares que integram a comissão. Delgado indicou e deputado Edgar Moury (PMDB-PE) no início da reunião porque o primeiro relator, deputado Roberto Santiago (PV-SP), não havia apresentado seu parecer no prazo de cinco sessões.

O parecer de Moury foi rápido e favorável à aprovação da emenda. No ano passado, a comissão especial aprovou a proposta que prevê o reajuste do mínimo pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB). Os senadores aprovaram a emenda de Paim, que estende o mesmo reajuste aos aposentados. A proposta voltou à comissão especial da Câmara e, agora, terá de ser votada pelo plenário.

Deixe um Comentário

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.