Arquivo para Bolsa de Mercadorias & Futuros

Com novas expectativas para Selic, juros futuros registram alta na BM&F

Por: Equipe InfoMoney
26/05/08 – 11h20
InfoMoney

SÃO PAULO – Em meio à expectativa de mais aperto monetário no Brasil, as taxas do DI futuro seguem em alta na BM&F (Bolsa de Mercadorias e Futuros) nesta segunda-feira (26), após divulgação de índice de preço, entrevista de Henrique Meirelles e novas projeções do relatório Focus.

Por aqui, o dia começou com a divulgação do IPC-S pela FGV (Fundação Getúlio Vargas), que apontou leve aceleração da inflação. Já o relatório Focus revelou previsões mais elevadas para a Selic de 2008 e para o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo).

Mais um indício
A previsão de que a recente pressão nos preços do atacado também chegue no varejo é sugerida por muitos investidores e foi comentada no sábado por Henrique Meirelles. O presidente do Banco Central, entretanto, se portou de forma mais confiante e manteve suas previsões sobre a meta inflacionária, também ressaltando a possibilidade de haver um novo aumento na Selic para cumprir o alvo.

A seguir confira as taxas dos principais contratos de DI futuro na BM&F:

Vencimento Taxa atual Taxa Anterior Diferença Contr Neg
Julho de 2008 12,02 12,00 +0,02 5.085
Janeiro de 2009 13,18 13,16 +0,02 28.910
Abril de 2009 13,70 13,65 +0,05 790
Julho de 2009 14,09 14,04 +0,05 1.910
Outubro de 2009 14,37 14,32 +0,05 100
Janeiro de 2010 14,46 14,39 +0,07 76.860
Abril de 2010 14,49 14,41 +0,08 700

Deixe um Comentário

Contratos futuros de dólar terminam em queda na BM & F; Ptax fecha a R$ 1,6434

Valor Online
16/05/2008 20:30

SÃO PAULO – Os contratos futuros indexados ao dólar negociados na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM & F) terminaram em queda a sessão de sexta-feira. O ativo com entrega em junho próximo – o mais líquido – declinou 0,88%, negociado a R$ 1,646.

O vencimento de julho cedeu 0,88% também, para R$ 1,658. O contrato para agosto perdeu 0,87% e foi transacionado a R$ 1,672. Já no vencimento de janeiro de 2010, a moeda fechou a R$ 1,899, com decréscimo de 1,27%.

No total, foram negociados 289.386 contratos cambiais. O giro financeiro foi de R$ 23,904 bilhões (US$ 14,545 bilhões). Ontem foram transacionados 280.755 contratos, equivalentes a R$ 23,360 bilhões (US$ 14,071 bilhões).

No mercado comercial à vista, o dólar comercial encerrou com desvalorização de 0,84%, transacionado a R$ 1,640 na compra e R$ 1,642 na venda. Na roda de ” pronto ” da Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM & F), a moeda caiu 0,82%, a R$ 1,641.

A taxa Ptax – média das cotações do dólar apurada pelo Banco Central e ponderada pelo volume de negócios – terminou a R$ 1,6426 na compra e R$ 1,6434 na venda, com queda de 1,01% perante o último fechamento.

(Valor Online)

Deixe um Comentário

Veja alguns dos papéis que podem apresentar variações significativas neste pregão

Por: Equipe InfoMoney
15/05/08 – 09h52
InfoMoney

SÃO PAULO – A temporada de resultados põe novamente o plano corporativo em foco, podendo influenciar o desempenho dos mercados. Nesta quinta-feira (15), o dia é das imobiliárias e elétricas, que marcam forte presença no noticiário.

Porém o destaque fica com os números da BM&F (BMEF3) – Bolsa de Mercadorias & Futuros, que vieram acima do esperado pelos analistas. O lucro líquido da instituição atingiu R$ 85 milhões no período, superando o registrado no quarto trimestre de 2007 (R$ 68,3 milhões) e as expectativas do Bradesco (R$ 77 milhões).

Em sentido oposto, a JBS Friboi (JBSS3), maior produtora e exportadora de carne bovina do mundo, fechou o primeiro trimestre de 2008 com um prejuízo líquido de R$ 6,6 milhões, impactada pelas restrições nos negócios com a União Européia e pela conjuntura econômica na Argentina durante o período.

Já a Guararapes (GUAR3, GUAR4), controladora da rede varejista Riachuelo, reportou lucro líquido de R$ 11,5 milhões no período, o que equivale a um recuo de 56,5% na comparação com os três primeiros meses de 2007. Também no setor de varejo, a Saraiva (SLED4) apresentou avanço de 5,6% no lucro trimestral, que ficou em R$ 43,1 milhões.

Foco é dos setores imobiliário, elétrico e de transportes
Os investidores interessados nas imobiliárias terão muito a avaliar nesta quinta-feira. O dia traz os números de Multiplan (MULT3), Cyrela (CYRE3) e Abyara (ABYA3), que apresentaram crescimento no lucro líquido trimestral.

Outras empresas que divulgaram os números foram BR Malls (BRML3), que reverteu o prejuízo de R$ 3,45 milhões contabilizado no primeiro trimestre de 2007, reportando lucro líquido de R$ 1,35 milhão, e Lopes (LPSB3), cujo lucro líquido cresceu 171%, totalizando R$ 15,0 milhões.

No setor de transportes, ficam em destaque os dados da Wilson Sons ( WSON11) e da CCR Rodovias (CCRO3), que apresentaram lucro líquido de US$ 13,2 milhões e R$ 167,2 milhões, respectivamente.

Do lado das elétricas, a queda no lucro líquido marcou os resultados: enquanto o indicador da Transmissão Paulista registrou leve recuo de 2% (R$ 223 milhões), a redução foi mais acentuada na Copel (CPLE6) – Companhia Paranaense de Energia (-9,7%) e na Coelce (Companhia Energética do Ceará) (COCE5) (-55,3%).

Mais notícias
Os investidores ainda devem ficar atentos aos dados da Eucatex (EUCA4), que demonstrou crescimento de 82,9% no lucro líquido, da Fertilizantes Heringer (FHER3), cujo lucro ajustado atingiu R$ 23,1 milhões e da Ultrapar (UGPA4), que registrou avanço de 142% no lucro, alcançando R$ 90 milhões.

Por fim, para esta quinta-feira ainda são aguardados os dados operacionais de Nossa Caixa, Eletrobrás, Bradespar, Alpargatas, MMX, Ideiasnet, Tempo, Tegma, Marcopolo, Metalfrio, Klabin Segal, LAEP Investments, Anhanguera, Brasil Brokers, Minerva, Even, Globex, Unipar, AES Tietê, Copasa, Eletropaulo, OHL, Rossi Residencial, Cyrela Commercial Properties.

 

Deixe um Comentário

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.