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Tire suas dúvidas sobre os principais motivos de uma pane no carro

Noções básicas ajudam o motorista a se livrar de roubadas.
Especialista sugere o que e como fazer para não ficar a pé.

Ricardo Lopes da Fonseca Especial para o G1

As situações de pane tendem a diminuir, graças a componentes cada vez mais evoluídos e eficientes no monitoramento de falhas. No entanto, como ainda não inventaram um carro a prova delas, listamos as causas mais prováveis e quais providências tomar.

 
Quando o carro falha, engasga e pára não adianta chorar nem folhear o manual. Mas noções básicas ajudam o motorista a se livrar dos espertos que circulam oferecendo “ajuda” e sugerem serviços completamente desnecessários. 

 

Correia

Uma das causas mais freqüentes que fazem o carro parar é a correia dentada. Trata-se de uma cinta de borracha que faz algumas peças do motor girar. Acionada pelo motor ela transfere movimento gerado de uma região do motor – parte inferior – para outra, geralmente o comando de válvulas, na parte superior. Os fabricantes recomendam a substituição a cada 40 mil quilômetros, mas alguns motoristas se esquecem. Como conseqüência, a correia pode se partir. Quando isso acontece, na maioria das vezes, o carro está em movimento e o estrago é grande, podendo chegar a uma retífica completa do motor. Se o carro parou abruptamente e você ficou na dúvida, o melhor é não tentar dar a partida. A substituição só deve ser feita em oficina especializada. 

 

Motor

Uma situação comum nas panes é quando o motor demora a funcionar e logo perde rendimento. Quando funciona, logo falha ou ‘engasga’. Nessas circunstâncias, pode ser uma das seguintes causas:
- o combustível utilizado pode ser adulterado;
- o tanque de combustível pode estar com muita sujeira;
- os bicos injetores podem estar sujos ou entupidos;
- no caso de carro com carburador pode ser que ele esteja sujo;
- a bomba de combustível pode estar com defeito;
- o filtro de combustível pode estar entupido;
- o cabo de velas pode ter algum defeito, pode ser um rasgo visível ou mesmo estar partido internamente;
- as velas podem estar com a vida útil comprometida;

 

O que fazer nessas condições? Se for apenas o combustível, basta esgotar o tanque e colocar outro de boa qualidade, mas qualquer uma das demais situações vai exigir uma pessoa capacitada a fazer o reparo ou a substituição da peça com defeito. O melhor de tudo é o motorista ter a noção do que pode ser a causa dessa falha, assim fica mais fácil o diálogo com o mecânico e não se corre o risco de trocar peças sem necessidade. 

Bateria

Outra situação corriqueira é a bateria deixar o motorista na mão. Se a luz indicativa no painel acender, é indício de que o sistema elétrico está com alguma falha. Esta pode ser da própria bateria ou do alternador – peça que gera energia para recarregar a bateria. Quando ocorre essa falha, a energia da bateria é utilizada até o fim e, nesse caso, não tem reposição. Para resolver o problema é preciso um auto-elétrico, que vai avaliar a condição do sistema elétrico e apontar a falha no alternador ou na bateria. Se for o mais simples, uma recarga resolve a situação, mas pode ser necessária a troca da bateria ou mesmo do alternador, que vai ser o reparo de custo mais elevado.  

Balanceamento

O problema pode ter ainda uma outra dimensão. Em movimento, o carro começa a trepidar e só tende a aumentar essa trepidação causando desconforto e muitas vezes até obrigando o motorista a encostar. As causas podem ser:
- O mais comum é a falta de balanceamento ou alinhamento das rodas;
- Se você transitou por regiões sem asfalto com muito barro e lama, pode ser que tenha impregnado na parte interna das rodas e assim causa o desbalanceamento;
- Pode ser a suspensão com algum defeito de maior intensidade, como alguma borracha que se partiu ou mesmo algum braço danificado;
- Pode ser o coxim do motor que se desgastou;
- Pode ser algum cabo de vela que se soltou e desse modo um cilindro deixa de funcionar, o motor rateia e o carro anda a base de solavancos;

O que fazer?
A primeira hipótese é verificar se todos os cabos do motor estão corretamente conectados. Feito isso o próximo passo é checar a calibragem dos pneus. Depois retirar as rodas e fazer uma avaliação. Nessa inspeção é preciso verificar tanto por fora da roda, quanto internamente para ver se os chumbos que balanceiam a roda estão no lugar. Um deles pode ter se soltado e com isso deu origem à trepidação. Essas são as situações mais fáceis, se persistir o mecânico deverá ser consultado, mas lembre-se que a causa deve ser a suspensão ou algum suporte do motor ou câmbio.  

Chame o socorro

A dica mais valiosa de todas é ter sempre muita calma e paciência. Se você tiver ou não conhecimentos mecânicos, uma pane sempre vai colocá-lo em risco. Então, lembre-se que o mais adequado é parar em local seguro. Se não for possível, sinalize imediatamente, a fim de evitar que outros motoristas se choquem com o carro parado na pista. Se a condição permitir faça uma analise da provável causa. Talvez possa ser um simples cabo que soltou. Mas na dúvida não mexa em nada, chame o socorro.

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Compra de carro: uso de leasing sobe em outubro; crédito cai

Por: Flávia Furlan Nunes
25/11/08 – 14h31
InfoMoney

SÃO PAULO – O brasileiro tem aderido mais ao leasing do que ao financiamento na hora da compra de um carro. Por isso, as operações de arrendamento mercantil para pessoa física, na aquisição de veículos, cresceram 2,7% em outubro, na comparação com setembro, enquanto as de financiamento recuaram 2,3% no período.

De acordo com a Nota de Política Monetária e Operações de Crédito do Banco Central, divulgada nesta terça-feira (25), as operações de arrendamento mercantil destinadas ao segmento de pessoas físicas somaram R$ 55,7 bilhões em outubro, evidenciando a maior demanda por operações de leasing vinculadas à aquisição de veículos.

“Os financiamentos para aquisição de veículos apresentaram recuo que reflete os efeitos combinados da retração da demanda, sobretudo em razão do encurtamento de prazos, e da substituição dessa modalidade pelas contratações de leasing, que, embora também tenham sofrido desaceleração, mantiveram evolução expressiva em outubro”, diz o BC.

Crédito mais caro
Uma justificativa apontada para o fato de o brasileiro recorrer mais ao leasing é o aumento da alíquota do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) nas operações de crédito, promovido pelo governo para compensar o fim da CPMF (Contribuição Provisória sobre a Movimentação Financeira). O arrendamento mercantil é isento da cobrança do imposto.

Além disso, com a crise externa, há uma maior limitação de recursos para crédito, o que o torna mais caro para o consumidor final.

CDC versus leasing
O crédito direto ao consumidor é indicado para prazos de até 24 meses. O carro fica no nome do proprietário e, em caso de dívida, o bem é colocado como garantia. Neste caso, é importante ficar atento às taxas cobradas pelos bancos, como a TAC (Taxa de Abertura de Crédito), por exemplo.

O leasing também é indicado para quem pretende comprar carro em dois anos. Neste sistema de compra, o cliente paga as parcelas como se fosse um aluguel, mas vai amortizando o valor total em questão. No fim do prazo do contrato, o consumidor pode adquirir o veículo pelo valor combinado, renovar o acordo ou devolver o veículo ao arrendador.

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Golpe na venda de carros: comprador e proprietário devem ficar atentos

Por: Roberta de Matos Vilas Boas
22/10/08 – 14h08
InfoMoney

SÃO PAULO – Um novo golpe aplicado na venda de veículos usados exige atenção tanto do comprador como do proprietário do veículo que está à venda. Trata-se de uma situação em que o consumidor compra o carro por meio de financiamento, mas o antigo proprietário não recebe o pagamento da concessionária.

Sem o dinheiro e com o carro ainda em seu nome, o proprietário consegue obter o veículo de volta, já quem comprou, fica sem o produto e com um financiamento para pagar.

Má-fé de concessionária
Esse tipo de situação acontece porque o banco no qual foi feito o financiamento depositou o dinheiro da compra na conta da loja onde a venda foi feita, e não diretamente para o proprietário. A concessionária por sua vez, deveria repassar o valor para o dono, mas não o faz.

Segundo o Ibedec (Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo), esse golpe tem a participação das revendedoras e dos bancos, que negligenciam a análise da documentação.

Prevenindo-se do golpe
Para se prevenir desse tipo de ocorrência, o melhor é ficar atento a todos os documentos que estiver assinando e exigir, tanto na troca como na venda, que antes de entregar ou receber o veículo, tenha em mãos o recibo devidamente assinado.

“O consumidor também tem que ter a informação de que ele não é obrigado a fazer o financiamento com a loja. Ele pode fazer no banco dele”, ressalta o presidente do Ibedec, José Geraldo Tardin.

“Já o proprietário só pode colocar o carro em uma loja indicada por outra pessoa e tem que fazer um contrato de consignação”, completa.

Solucionando o golpe
Quem se encontrar nessa situação, tanto como comprador como vendedor do veículo, deve procurar a Delegacia de Polícia Civil e registrar um Boletim de Ocorrência contra a Revendedora de veículos, assim como informar o banco da ocorrência.

Após essas medidas, o consumidor deve procurar o banco na Justiça para cancelar o contrato de financiamento e reaver os valores que tenha pago. Segundo Tardin, a instituição financeira não terá como continuar o contrato de financiamento. “Se não tem carro, não tem financiamento”, diz.

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Carros famosos viram réplicas de três rodas na China

18/03/2008 – 07h05 – Atualizado em 18/03/2008 – 08h33

Modelos elétricos inspirados no 206 e no Prius circulam no interior do país.
Alternativa agrada famílias acostumadas a andar de bicicleta.

Do G1, em São Paulo

Divulgação

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Uma réplica chinesa do Toyota Prius  (Fotos: Divulgação)

Em algumas províncias da China, produzir verdadeiros clones de carros famosos na Europa, Japão ou Estados Unidos tem se tornado um grande negócio. Na região de Shandong, no leste da China, um fabricante chinês optou por fazer réplicas de três rodas de carros como o Peugeot 206 e o Toyota Prius, entre outros.

Os carros de três rodas são muito populares em regiões mais pobres da China. São movidos a eletricidade e muito fáceis de serem consertados.

Andar nestes veículos é um pouco mais seguro do que andar de bicicleta. É também uma boa opção para as famílias, uma vez que os carros podem levar até cinco pessoas (bem apertadas).

Divulgação

Uma versão chinesa de três rodas do Peugeot 206 (Fotos: Divulgação)

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