30/06/08 – 11h45
InfoMoney
Isso porque esses veículos serão flagrados por um monitoramento remoto que mede a emissão de gases pelo escapamento em apenas um segundo. Instalado em vias públicas, o aparelho faz a medição por meio de raios infravermelho e ultravioleta. O veículo com excesso de emissão é fotografado e os dados são enviados para a prefeitura.
“Esse monitoramento remoto será feito por um aparelho capaz de identificar instantaneamente os níveis de gases gerados pelo motor do veículo, como hidrocarbonetos (HC), monóxido de carbono (CO) e óxido de hidrogênio (NOx)”, explica o gerente de desenvolvimento de novos negócios da Umicore, fabricante de catalisadores, Carlos Eduardo Moreira.
Um estudo da Cetesb (Companhia de Tecnologia e Saneamento Ambiental) mostrou que de cada quatro carros que circulam na capital paulista, um utiliza catalisador falso.
Orientação
Na hora da troca do equipamento, a orientação para o consumidor é procurar uma oficina de sua confiança. Também é importante verificar a embalagem do produto e exigir um certificado de garantia, além da nota fiscal. “Isso porque na hora da troca, por ser um produto de alta tecnologia, o consumidor pode ser levado a comprar um falso catalisador sem saber”, afirma Moreira.
Ao utilizar um produto falso, o motorista poderá notar diversos problemas no carro, como desregulagem do sistema de injeção eletrônica, aumento do consumo de combustível e perda do rendimento do motor.
O catalisador é projetado para ter a mesma durabilidade do veículo, mas impactos, a má conservação do carro e o abastecimento com combustível adulterado podem diminuir a vida útil do equipamento.