Brasília, 17 de setembro de 2008 – 11h25
sanitárias, pesquisadores e representantes do Ministério da Saúde e da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas).Os profissionais brasileiros conhecerão as experiências de duas instituições canadenses apontadas como referência em segurança do paciente: Safer Health Care Now, da província de Alberta e Centre for Global Health Innovation, ligado à universidade de Toronto. Além da apresentação de experiências nacionais e internacionais bem sucedidas, serão abordados temas, como a acreditação de hospitais e a avaliação de novas tecnologias em saúde. Serão discutidas também a evolução e a qualidade da produção de notificações de eventos adversos (efeitos não desejados decorrentes do uso) e de queixas técnicas (suspeitas de alteração ou irregularidade de um produto) por parte dos hospitais. O encontro será aberto às 18h pela chefe do Núcleo de Gestão do Sistema Nacional de Notificação e Investigação em Vigilância Sanitária (Nuvig), Luiza de Marilac Meireles e pelo ex-diretor-presidente da Anvisa e atual superintendente corporativo do Hospital Sírio-Líbanês, Gonzalo Vecina Neto. Simultaneamente, ocorrerá o encerramento do curso de pós-graduação “Saúde Baseada em Evidências”. Resultado de uma parceria entre a Agência Nacional de Vigilãncia Sanitária (Anvisa) e o Instituto de Ensino e Pesquisa (IEP) do Hospital Sírio-Líbanês, o curso formou 957 alunos em 23 estados brasileiros. O objetivo do curso é capacitar os profissionais da Rede Sentinela para a análise crítica da efetividade e segurança dos tratamentos médicos atualmente disponíveis. Hospitais Sentinelas Criada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a Rede de Hospitais Sentinelas constitui uma rede nacional de hospitais, cuja finalidade é a notificação ativa e qualificada de queixas técnicas e eventos adversos relacionados a materiais médico-hospitalares, equipamentos eletro-eletrônicos, medicamentos, sangue e hemoderivados, saneantes e kits diagnósticos. As notificações geradas dentro dos hospitais são encaminhadas à Anvisa por meio do Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária (Notivisa). Em 2007, as instituições de saúde (hospitais e clínicas) foram responsáveis por 99% (2156) das notificações relacionadas a eventos adversos e 80% (4947) das notificações referentes a queixas técnicas. O agrupamento e interpretação das notificações aperfeiçoa o conhecimento sobre os efeitos dos produtos, torna possível alterar recomendações sobre seu uso e cuidados, além de subsidiar ações de proteção à saúde pública. Informações: Ascom/Assessoria de Imprensa da Anvisa |