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Pessimismo global sobre setor financeiro faz Ibovespa desabar 4%

 Por: Equipe InfoMoney

02/03/09 – 14h50 InfoMoney

SÃO PAULO – Os principais mercados operam com fortes perdas ao redor do mundo nesta segunda-feira (2). O prejuízo de US$ 61,7 bilhões da seguradora AIG – o pior da história dos EUA – e a previsão desanimadora do bilionário Warren Buffett sobre a economia em 2009 derrubam as bolsas. O índice Dow Jones perde o patamar dos 7 mil pontos pela primeira vez desde 1997 e o Ibovespa despenca mais de 4%. Simultaneamente à divulgação do balanço, a American International Group e o governo dos Estados Unidos entraram em acordo para modificar e expandir os termos do resgate da seguradora. Entre os novos programas de ajuda está a criação de uma nova facilidade de capital pelo Departamento do Tesouro, o que a permitirá obter até US$ 30 bilhões em troca de ações preferenciais. À mídia internacional, o CEO Edward Liddy disse que a companhia está bem mais estável e segura do que antes, mas reconhece ser difícil afirmar se necessitará ou não de mais dinheiro do governo no futuro. Segundo Buffett, que viu sua holding Berkshire Hathaway sofrer queda de 96% nos ganhos trimestrais, a economia continuará em dificuldades neste ano, postergando apostas de recuperação iminente. Soma-se a isto a forte redução de 70% do lucro anual do grupo financeiro HSBC, que estuda oferta de £ 12,5 bilhões em direitos para subscrição de ações. Agenda Na agenda, destaque para o índice de preços norte-americano PCE, que subiu 0,1% em janeiro. Surpreendendo positivamente os analistas, os índices que medem a renda e os gastos com consumo nos EUA subiram 0,6% e 0,4%, respectivamente. Já o ISM Index, que mede o nível de atividade industrial nos EUA, ficou acima do esperado no mês de fevereiro se recuperando do seu menor patamar desde 1980. E os gastos com construção civil recuaram 3,3% no mês de dezembro. Treasuries Diante do clima desfavorável nas bolsas perante auxílio à AIG e o temor com o risco sistêmico, o preço das notas do Tesouro dos EUA apresenta alta nesta sessão. Petróleo Já o preço do barril é negociado em baixa, testando a faixa dos US$ 40 em Nova York. O pessimismo econômico nos mercados ofusca os dados favoráveis divulgados sobre a indústria norte-americana. No Brasil Medido pela FGV (Fundação Getulio Vargas), o índice de confiança na indústria marcou alta de 1,3% entre janeiro e fevereiro, partindo de 75,3 para 76,3 pontos. Já o IPC-S registrou desaceleração na última apuração de fevereiro, fechando o mês com alta de 0,21%. Segundo o relatório Focus publicado pelo Banco Central nesta manhã, as expectativas de 12 meses para os principais índices de preço caíram entre semanas, assim como a Selic esperada para o fim de 2009. Por fim, a balança comercial registrou um saldo positivo de US$ 408 milhões na última semana de fevereiro, que teve cinco dias úteis, levando o superávit mensal a US$ 1,767 bilhão. Dólar e DI A moeda norte-americana avança 2,57% frente ao real, cotada a R$ 2,432, e os juros futuros operam predominantemente em alta na BM&F Bovespa, sentindo o clima tenso nos mercados. Bolsa O Ibovespa apresenta forte baixa de 4,37% nesta tarde e atinge 36.515 pontos. O volume financeiro é de R$ 2,135 bilhões.

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Ibovespa estende ritmo de ganhos e quebra sequência de cinco quedas

Por: Roberto Altenhofen Pires Pereira
28/10/08 – 16h15
InfoMoney

SÃO PAULO – A tarde desta terça-feira (28) marca um considerável impulso da bolsa brasileira, na esteira do cenário de ganhos em Wall Street e da retomada de cotação de algumas commodities. Após cinco pregões de baixas expressivas, os investidores encontram uma sessão mais tranqüila para garimpar oportunidades entre as ações mais desvalorizadas recentemente. Os índices acionários norte-americanos já oferecem grande parte de seus ativos com os múltiplos mais baratos das últimas duas décadas.

O cenário de ganhos das bolsas durante a tarde traz como pano de fundo a ansiedade dos investidores com a decisão do Federal Reserve, aguardada para a próxima quarta-feira. Diante da deterioração da economia global, crescem as apostas em torno de um corte no juro básico norte-americano. Por aqui, o mercado também mostra apreensão quanto à atualização da taxa Selic, também programada para a próxima sessão.

Apesar do forte ritmo de valorização, as bolsas encontram referências desfavoráveis na agenda econômica. O índice de Confiança do Consumidor norte-americano atingiu seu menor nível histórico, enquanto o preço das moradias marcou queda recorde de 17,7% em agosto nos Estados Unidos. Mas os indicadores ruins são, de certa forma, ofuscados por resultados positivos das empresas.

Destaque para o lucro líquido da U.S. Steel, que mais que triplicou na última passagem trimestral. A BP estendeu o viés positivo à Europa, cujos índices acionários fecharam entre altas. Em Wall Street, papéis como os da produtora de alumínio Alcoa disparam após atingirem a menor relação histórica entre preços e múltiplos. Exxon Mobil e AT&T também se destacam, ancoradas em recomendações de compra de analistas.

Duramente penalizadas recentemente, as ações brasileiras atreladas ao mercado de commodities puxam o forte desempenho do Índice Bovespa pela tarde. O mercado também olha atento para a disparada dos papéis da TIM Participações, que lideram isolados o movimento de valorização do índice.

Ibovespa dispara; dólar cai
O Ibovespa consegue quebrar um ciclo negativo de cinco sessões e opera com valorização superior a 8% durante a tarde, contornando o nível de 31.800 pontos. O volume financeiro, ainda modesto, passa de R$ 3,2 bilhões.

Com certa melhora no ânimo dos investidores, o dólar comercial mantém o sinal negativo da véspera e segue operando em forte queda de 1,70% frente ao real, sendo negociado a R$ 2,2010. O recuo é visto também frente às principais divisas de referência global.

Maiores altas e baixas
Apenas com as ações da CCR no vermelho dentre suas 66 integrantes, o Ibovespa destaca a performance das ações preferenciais da TIM Participações, que disparam 21,07%.

Entre os destaques de alta estão os papéis de TIM Part PN (TCSL4, +21,07%), Cesp PNB (CESP6, +19,88%), Lojas Americanas PN (LAME4, +19,35%), Gafisa ON (GFSA3, +18,43%) e TIM Part ON (TCSL3, +18,14%).

Os maiores volumes ficaram com Petrobras PN (PETR4, R$ 666,68 milhões), Vale Rio Doce PNA (VALE5, R$ 435,34 milhões), Bradesco PN (BBDC4, R$ 140,22 milhões), Vale Rio Doce ON (VALE3, R$ 130,49 milhões) e BMF Bovespa ON (BVMF3, R$ 123,04 milhões).

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Após o quarto circuit breaker do mês, Ibovespa mantém o ritmo de fortes perdas

Por: Roberto Altenhofen Pires Pereira
15/10/08 – 15h17
InfoMoney

SÃO PAULO – Depois de um início de semana favorável, o mercado deixa de lado a esperança com os planos de socorro anunciados e volta a enxergar a chegada da crise à economia real. Os indicadores norte-americanos apontam para a recessão e declarações de autoridades monetárias reforçam esta impressão. As bolsas despencam em resposta e o Índice Bovespa volta a ter seu circuit breaker acionado ao bater 10% de queda.

Os negócios na Bolsa de Valores de São Paulo pararam por trinta minutos e voltaram exatamente às 14h55. A queda se aprofundou e, instantes após a reabertura, o Ibovespa operava em queda superior a 11%. Momentos depois, no entanto, o índice reduziu um pouco o ritmo das perdas. Lá fora, o cenário também piora, com os principais índices europeus fechando a quarta-feira (15) entre quedas de 6% e 7% e o índice norte-americano S&P 500 desabando mais de 7%.

A piora no humor dos investidores se deve à diversidade de referências desfavoráveis na agenda econômica norte-americana. O Retail Sales registrou queda de 1,2% nas vendas totais do setor varejista dos EUA em setembro, a maior dos últimos três anos. No mesmo sentido, o NY Empire State Index mensurou uma redução de 24,6 pontos na atividade industrial do estado de Nova York, resultado bem pior do que o previsto pelos analistas.

No meio da tarde, o Livro Bege do Federal Reserve destacou que a atividade econômica se enfraqueceu nos doze distritos avaliados em setembro e a visão de seus diretores incorpora ainda mais pessimismo. Outro fator agravante foi a declaração de Ben Bernanke de que a recuperação do sistema financeiro deve demorar mais que o previsto. Janet Yellen, presidente do Fed de São Francisco, afirmou anteriormente que os EUA já se encontram em meio a uma recessão.

Ibovespa segue em forte queda; dólar dispara
Após a paralisação pelo circuit breaker, o Ibovespa voltou aos negócios com queda que chegou 11% durante a tarde, contornando a margem de 37.005 pontos. No momento, o índice reduz o ritmo de perdas e marca desvalorização de 9,50%.O volume financeiro ultrapassa R$ 4,4 bilhões.

O dólar comercial ganha ainda mais força com a piora do cenário pela tarde e opera a R$ 2,1760 – escalada de 3,87% frente ao fechamento anterior. Na tentativa de reduzir os riscos às empresas com a valorização do dólar, o Banco Central anunciou a negociação de mais 44,6 mil contratos de swap cambial tradicional. Também foi realizado um leilão de compra e venda de moeda estrangeira, com valor máximo de US$ 1 bilhão.

Maiores altas e baixas
O destaque negativo da sessão fica por conta dos papéis ordinários da Vale, que desabam 19,18%. Nesta quarta-feira, a Cisa (China Iron & Steel Association) afirmou que as siderúrgicas chinesas não aceitarão o reajuste extra no preço do minério de ferro.

Na contramão, os papéis da Aracruz lideram as duas altas do Ibovespa, marcando valorização de 1,28%. Na véspera, a companhia anunciou o corte em seus dividendos, em resposta ao prejuízo financeiro com operações de derivativos cambiais.

Entre os destaques de queda estavam os papéis Cyrela Realty ON (CYRE3, -19,45%), Vale Rio Doce ON (VALE3, -19,18%), Duratex PN (DURA4, -17,61%), Bradespar PN (BRAP4, -17,29%) e Rossi Resid ON (RSID3, -16,32%). Por outro lado, as ações Aracruz PNB (ARCZ6, +1,28%), Lojas Renner ON (LREN3, +0,60%), Telesp PN (TLPP4, -0,40%), Light ON (LIGT3, -0,65%) e Telemar ON (TNLP3, -0,71%). encerraram a manhã em alta.

Os maiores volumes ficaram com Petrobras PN (PETR4, R$ 737,96 milhões), Vale Rio Doce PNA (VALE5, R$ 589,21 milhões), Vale Rio Doce ON (VALE3, R$ 244,43 milhões), Petrobras ON (PETR3, R$ 171,84 milhões) e Bradesco PN (BBDC4, R$ 110,34 milhões).

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Enquanto pacote não sai, crise tem novos episódios e Ibovespa despenca

Por: Nathália A. Terra Pereira
29/09/08 – 11h40
InfoMoney

SÃO PAULO – Enquanto a aprovação do plano anti-crise não sai, a crise financeira apresenta novos episódios nesta segunda-feira (29) e impacta o clima na renda variável internacional. Frente a tal contexto, o Ibovespa despenca 5,68% nesta segunda-feira (29), a 47.900 pontos.

O movimento do benchmark brasileiro não é isolado, pelo contrário: os principais índices de Wall Street também têm forte queda, assim como as bolsas européias. Surpreendendo os mercados, uma onda de socorros prestados a instituições financeiras em apuros foi observada neste último final de semana no continente.

O banco britânico Bradford & Bingley foi nacionalizado pelo Tesouro do Reino Unido por US$ 33 bilhões, ao passo que injeções bilionárias de capital foram realizadas na Alemanha e na Bélgica para evitar a falência da Hypo e do Fortis, respectivamente. Os três papéis despencam nesta manhã e carregam consigo a performance das bolsas por lá.

Wachovia e Fed
Paralelamente, Wall Street também vive novos dias difíceis. Enquanto legisladores demoram para conceder seu aval ao pacote de socorro de US$ 700 bilhões, a crise acomete novas instituições. Desta vez, o alvo foi o Wachovia, que, pressionado por dificuldades contábeis, liquidou seus ativos ao Citigroup, em uma operação auxiliada pela FDIC (Federal Deposit Insurance Corporation).

As perdas do Wachovia somam US$ 42 bilhões, entre um total de US$ 312 bilhões detidos em seu portfólio de crédito. Além de tal montante, a FDIC comprometeu-se em arcar com as perdas adicionais. Ainda que a operação vise evitar a quebra do banco, os papéis do Wachovia despencam mais de 90% nesta manhã.

Por sua vez, em nova tentativa de frear as turbulências, o Federal Reserve anunciou nesta manhã nova elevação nas linhas de swap junto a outras autoridades monetárias de peso no mundo, como o BCE (Banco Central Europeu). O limite, antes posto nos US$ 290 bilhões, foi acrescido para US$ 620 bilhões. Ademais, novos leilões devem ser realizados pelo comitê.

Perspectivas
Miriam Tavares, da corretora de câmbio AGK, explica as novas quedas observadas nesta manhã, a despeito da expectativa de aprovação em breve do plano anti-crise: “com a demora para a sua implementação, já não se tem mais a certeza de que, com ele, o governo norte-americano conseguirá controlar a crise nos EUA, da mesma forma que na Europa e no Japão”.

Ademais, Miriam Tavares também vê com cautela a esfera macroeconômica norte-americana, cuja agenda deve continuar trazendo indicadores negativos, mantendo “o viés pessimista e a cautela por parte dos investidores”. A prerrogativa cautelosa é confirmada também pela análise técnica. “A montagem de posições deve visar o longo prazo e ser feita aos poucos”, afirma a equipe da corretora Spinelli, de olho em um Ibovespa que segue abaixo de suas principais médias móveis.

Papéis em destaque
Dentre os papéis que são negociados em queda nesta manhã, destaque para Rossi Resid ON (RSID3, R$ 5,70, -13,64%), BMF Bovespa ON (BVMF3, R$ 8,13, -10,66%), ALL UNT N2 (ALLL11, R$ 14,15, -9,41%), Sabesp ON (SBSP3, R$ 26,90, -8,81%) e Sid Nacional ON (CSNA3, R$ 40,40, -8,18%).

Fechamento anterior
O principal índice da bolsa paulista também fechou o pregão da última sexta-feira em baixa, de 2,02%, atingindo com isso 50.782 pontos e registrando uma desvalorização acumulada no ano de 20,51%. O volume financeiro foi de R$ 5,04 bilhões.

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Ibovespa despenca 4,50% e fecha no menor patamar desde abril do ano passado

Por: Equipe InfoMoney
09/09/08 – 17h38
InfoMoney

SÃO PAULO – Com todos os fatores contra, o Ibovespa enfrentou não apenas sua sétima queda das últimas oito sessões, mas uma expressiva derrocada de 4,5% que o levou para seu menor nível desde abril do ano passado. Além do recuo das commodities, o índice foi pressionado por um cenário de duras baixas em Wall Street.

O otimismo trazido pela estatização das financiadoras hipotecárias Freddie Mac e Fannie Mae já é passado. Os problemas do Lehman Brothers assumiram o noticiário da crise do subprime. A venda de parte do capital do banco de investimentos ao Korea Development Bank, que poderia ser um alívio aos investidores, viu as tratativas entre as partes chegar ao fim sem concretização do negócio. As ações chegaram a despencar mais de 50% e derrubaram junto o setor financeiro de Wall Street.

O impacto negativo ainda foi amplificado pelo conturbado setor imobiliário. O Pending Home Sales de julho marcou variação bem inferior à projetada pelos analistas nas vendas de casas com contrato assinado nos Estados Unidos.

As commodities voltaram a cair e estenderam o pessimismo aos ativos atrelados aos segmentos energético e de mineração. Por aqui, o Ibovespa sofreu. A queda de 4,5% veio associada a um retrato de perdas generalizadas, com destaque para a dura desvalorização sofrida pelos ativos da Petrobras, Vale e das siderúrgicas, entre a queda de metais básicos e do petróleo e relatórios cautelosos de analistas quanto à recuperação das commodities.

Ibovespa despenca; dólar dispara
Pressionado tanto pelo fraco desempenho das commodities quanto pelo cenário de perdas ao redor do mundo, o Ibovespa despencou 4,50% e fechou a 48.435 pontos, menor nível desde o dia 13 de abril do ano passado. O volume financeiro totalizou R$ 4,97 bilhões.

No mercado de câmbio, o dólar deu continuidade a sua trajetória de valorização na comparação com o real e voltou a subir frente à moeda brasileira. Com forte alta de 2,13%, o dólar comercial terminou cotado a R$ 1,7720, maior patamar desde 30 de janeiro deste ano.

Maiores altas e baixas
A maior baixa do Ibovespa foi da ação da Cosan. Em resposta a comentários cautelosos do Citigroup quanto à sua estrutura de custos, a companhia foi penalizada com derrocada de 14,66%.

Na contramão da tendência declinante do índice, os ativos da Klabin rebateram as fortes perdas da véspera com valorização de 1,62%, a maior de todo o índice.

As maiores baixas, dentre as ações que compõem o Índice Bovespa, foram:

Cód. Ativo Cot R$ % Dia % Ano Vol1 Links
CSAN3 Cosan ON 18,39 -14,66 -11,59 60,33M
RSID3 Rossi Resid ON 7,45 -9,70 -66,89 14,80M
BVMF3 BMF Bovespa ON 9,20 -9,54 -62,64 147,95M
USIM5 Usiminas PNA 43,20 -8,67 -18,11 177,08M
USIM3 Usiminas ON 42,90 -8,33 -20,30 28,80M

As maiores altas, dentre os papéis que compõem o Índice Bovespa, foram:

Cód. Ativo Cot R$ % Dia % Ano Vol1 Links
KLBN4 Klabin PN 4,38 +1,62 -30,09 14,12M
PCAR4 Pao de Açucar PN 33,20 +1,53 -2,06 24,27M
AMBV4 AmBev PN 102,20 +1,19 -17,98 45,28K
TAMM4 TAM PN N2 36,30 +0,58 -13,66 38,74M
EMBR3 Embraer ON 14,00 +0,43 -28,93 26,39M

As ações mais negociadas, dentre as que compõem o índice Bovespa, foram :

Código Ativo Cot R$ Var % Vol1 Vol 30d1 Neg
PETR4 Petrobras PN 28,35 -6,31 778,08M 597,20M 22.913
VALE5 Vale Rio Doce PNA 33,34 -4,33 733,44M 533,88M 17.158
USIM5 Usiminas PNA 43,20 -8,67 177,08M 126,56M 6.183
CSNA3 Sid Nacional ON 42,70 -8,29 171,95M 147,89M 6.623
VALE3 Vale Rio Doce ON 37,36 -4,96 166,43M 123,72M 5.316
PETR3 Petrobras ON 34,32 -6,99 162,78M 117,45M 5.493
BBDC4 Bradesco PN 29,75 -3,72 159,59M 120,20M 5.830
BVMF3 BMF Bovespa ON 9,20 -9,54 147,95M 142,53M 10.109
GGBR4 Gerdau PN 23,11 -7,85 143,28M 110,68M 7.832
ITAU4 Itaubanco PN 30,10 -2,90 125,36M 92,63M 6.355

* – Lote de mil ações
1 – Em reais (K – Mil | M – Milhão | B – Bilhão)

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Ibovespa amplia perdas e cai mais de 2%

[ 04 de agosto de 2008 - 11h53 ]

 

São Paulo – A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) ampliou as perdas apresentadas desde a abertura dos negócios hoje e agora opera em baixa superior a 2%, pressionada pela queda das ações da Petrobras e da Vale, assim como o recuo dos mercados em Nova York. 

Por volta das 11h45 (de Brasília), o índice Bovespa cedia 2,53%, a 56.170 pontos, na pontuação mínima do dia até o momento. O volume financeiro registrado é de pouco mais de R$ 1 bilhão. No mesmo horário, nos Estados Unidos, o índice Dow Jones caía 0,87%, o Nasdaq 100 recuava 1,2% e o S&P 500 tinha baixa de 0,85%.

 

Entre as maiores baixas do dia, o destaque vai para as ações da Vale. Às 11h50, o papel ordinário (ON) da mineradora recuava 4,87%, enquanto o papel preferencial (PN) cedia 4,29%. Na quarta-feira (dia 6), a mineradora divulgará o seu balanço financeiro referente ao segundo trimestre deste ano e ao fechado do primeiro semestre de 2008.

 

No mesmo horário, as ações ON e PN da Petrobras tinham baixa de 2,09% e 1,89%, respectivamente, em linha com a queda dos preços dos contratos futuros do petróleo com vencimento em setembro, que recuam 0,80% a US$ 124,10 o barril, na sessão eletrônica da Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês). (AE)

 

 

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Blue chips comprometem o Ibovespa, que sofre recuo; volume soma R$ 4,33 bilhões

Por: Equipe InfoMoney
10/06/08 – 15h30
InfoMoney

SÃO PAULO – Afetado pelo fraco desempenho das ações de Vale e Petrobras, o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, apresenta baixa de 2,97% nesta tarde, atingindo 67.226 pontos.

Até o momento, o volume financeiro está em R$ 4,33 bilhões, o que projeta algo em torno de R$ 6,03 bilhões para o final do pregão. Como base de comparação, a segunda-feira fechou com volume de R$ 4,95 bilhões.

Destaque de giro com Vale
O destaque de giro financeiro fica com as ações da Vale (VALE5, R$ 48,62, -4,10%), que já negociaram R$ 793,73 milhões ou 18,3% da parcial. Estimativas apontam que, ao fechamento da bolsa, os papéis terão movimentado aproximadamente R$ 1.11 bilhão.

As mais negociadas
As ações mais negociadas, dentre as componentes do índice Bovespa, são:

Código Ativo Cot R$ Var % Vol1 Vol 30d1 Neg
VALE5 Vale Rio Doce PNA 48,62 -4,10 793,73M 619,01M 16.021
PETR4 Petrobras PN 45,45 -4,28 762,18M 1,22B 16.254
USIM5 Usiminas PNA 83,40 -3,14 201,13M 194,07M 1.571
ITAU4 Itaubanco PN 35,30 -3,92 182,73M 117,31M 6.128
CSNA3 Sid Nacional ON 74,10 -4,63 132,53M 182,70M 4.738
VALE3 Vale Rio Doce ON 57,60 -3,52 127,25M 147,28M 3.323
GGBR4 Gerdau PN 81,85 -2,44 115,06M 159,21M 2.920
PETR3 Petrobras ON 53,70 -4,04 92,43M 235,35M 1.796
BBDC4 Bradesco PN 35,47 -3,19 86,22M 178,81M 2.840
ITSA4 Itausa PN 10,55 -3,39 77,49M 114,46M 4.055

* – Lote de mil ações
1 – Em reais (K – Mil | M – Milhão | B – Bilhão)

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Ibovespa tem a maior alta do mês

Quinta-Feira, 29 de Maio de 2008 

 

Índice sobe 3,04% com nova valorização do petróleo e rumor de grau de investimento ao País pela Fitch

Claudia Violante

O Índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Ibovespa) teve ontem a maior alta de maio em termos porcentuais. O indicador subiu 3,04% e fechou em 73.153 pontos. Segundo analistas, o desempenho foi amparado em três fatores.

link Entenda o que significa a nova classificação recebida pelo País

O primeiro deles foi a nova valorização do petróleo no exterior. O segundo foi a subida das bolsas americanas. Por fim, o boato de que a agência de risco Fitch, uma das três mais importantes do mundo, poderia conceder em breve o grau de investimento ao Brasil também animou os investidores. A retomada desses rumores ocorreu em meio à promoção do País a esse nível pela agência privada canadense DBRS.

O resultado de ontem elevou o ganho acumulado do Ibovespa em maio para 7,79% e no ano, a 14,51%. O volume financeiro foi forte e totalizou R$ 7,458 bilhões.

Nos Estados Unidos, as bolsas conseguiram devolver as perdas registradas em boa parte do dia – em decorrência da alta do petróleo – e fecharam no azul. O Índice Dow Jones avançou 0,36%, aos 12.594 pontos, o S&P 500 teve ganhos de 0,40%, aos 1.390 pontos, e a Nasdaq subiu 0,22%, para 2.486 pontos. Contribuiu para a alta, segundo analistas, o dado de encomendas de bens duráveis de abril melhor do que o previsto. As encomendas caíram 0,5% no mês, ante previsão de recuo de 2% pelos especialistas.

Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês), o petróleo para entrega em julho avançou 1,69%, para US$ 131,03. As ações da Petrobrás acompanharam o movimento e subiram 2,18% (tanto as ordinárias quanto as preferenciais). Os papéis também foram beneficiados pela decisão da agência de classificação de risco Standard & Poor?s (S&P) de elevar a classificação da empresa de BBB- para BBB.

Ontem, o presidente da estatal, José Sérgio Gabrielli, voltou a defender uma mudança no marco regulatório do setor de petróleo, a partir das descobertas na camada pré-sal. Segundo ele, as projeções para a camada dão a oportunidade de “modificar qualitativamente o Brasil no mercado internacional”.

Segundo analistas, o boato de que a Fitch daria o grau de investimento ao Brasil nesta semana ganhou força também por causa do resultado fiscal do setor público: o superávit primário em abril foi de R$ 18,712 bilhões. No acumulado do ano, atingiu R$ 61,743 bilhões, o equivalente a 6,82% do Produto Interno Bruto (PIB), desempenho bem acima da meta de 3,8% fixada para todo o ano.

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Ibovespa abre sessão em alta, com bom humor externo ante à queda no petróleo

Por: Equipe InfoMoney
28/05/08 – 10h18
InfoMoney

SÃO PAULO – O Ibovespa abre o pregão desta quarta-feira (28) em trajetória ascendente, marcando alta de 0,21%, a 71.138 pontos, na carona do bom humor dos investidores no plano externo, que se reflete em ganhos às principais bolsas do mundo nesta manhã.

A melhora do clima deve-se, em grande parte, ao recuo apresentado na cotação do barril de petróleo, que trilha nesta sessão sua segunda queda consecutiva, com expectativas de que a demanda nos EUA pela commodity seja afetada pelos altos preços.

Com isso, temores de que os próximos resultados corporativos trimestrais fossem penalizados pelo petróleo mais caro se arrefecem nesta sessão, “impulsionando a valorização de papéis de companhias de transporte e de empresas varejistas”, nas palavras da Arkhe Corretora.

Corroborando o ambiente mais tranqüilo, o Durable Good Orders marcou um recuo abaixo das expectativas majoritárias dos analistas para o mês de abril, indicando que a desaceleração no setor industrial norte-americano vem sendo menor do que o esperado.

Perspectivas
Embora o clima externo apresente melhora frente à queda do petróleo, Miriam Tavares, diretora da corretora de câmbio AGK, pede atenção a um possível movimento de realização em papéis atrelados ao setor, como os da Petrobras, que, de fato, caem 0,4% nesta manhã.

No mais, a alta apresentada pelo Ibovespa pode ganhar mais fôlego se o índice conseguir romper a atual resistência localizada em torno dos patamares de 71.200 pontos e 71.290 pontos, prevê Otávio Focques, da Focques Analistas Técnicos.

Papéis em destaque
Dentre os papéis que são negociados nesta manhã, destaque para Telemig Part PN (TMCP4, R$ 47,89, +2,98%), Cyrela Com. Prop. ON (CCPR3, R$ 10,96, +2,33%), Lojas Renner ON (LREN3, R$ 37,70, +2,30%), Braskem PNA (BRKM5, R$ 13,57, +2,03%) e Cyrela Realty ON (CYRE3, R$ 25,50, +1,75%).

O principal índice da bolsa paulista fechou o pregão de terça-feira em baixa de 0,89%, atingindo 70.992 pontos e registrando uma alta acumulada no ano de 11,12%. O volume financeiro foi de R$ 6,58 bilhões

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Ibovespa volta de feriado no vermelho, refletindo mau humor externo

Por: Equipe InfoMoney
23/05/08 – 10h19
InfoMoney

SÃO PAULO – Em linha com a trajetória negativa das principais bolsas do mundo nesta manhã e penalizado pela queda das ações da Petrobras, o Ibovespa retorna do feriado no vermelho, abrindo esta sexta-feira (23) em desvalorização de 1,29%, a 71.362 pontos.

Muito do clima negativo que se abate sobre a renda variável internacional deve-se às expectativas do mercado de que o Existing Home Sales reporte nova queda em abril, sinalizando que o fim da crise imobiliária norte-americana ainda está longe de ocorrer.

Enquanto o indicador não sai, com divulgação prevista para 11h00, o destaque fica com o noticiário corporativo. A petrolífera Halliburton ofertou US$ 3,4 bilhões pela compra da britânica International Group, superando o valor proposto pela Candover.

No entanto, as perspectivas de que a disputa entre as duas companhias ainda deverá encontrar bastante campo nas próximas sessões penaliza os papéis da Halliburton. Outras ações que caem também são as da BHP, após rumores de que autoridades européias estariam estudando impedir a fusão entre a empresa e a Rio Tinto.

Nossa Caixa dispara
Enquanto o clima lá fora não é dos melhores, o plano corporativo doméstico reservou uma surpresa aos investidores no setor financeiro brasileiro. O Banco do Brasil anunciou na noite da última quarta-feira que irá dar início às negociações pela compra da Nossa Caixa.

E embora o Itaú tenha se manifestado contra tal operação, clamando pela realização de um leilão do banco paulista, os papéis da Nossa Caixa disparam nesta sexta-feira, apresentando expressiva valorização superior a 40% na Bovespa, ainda em leilão.

Perspectivas
Todavia, o viés que predomina ao Ibovespa é mesmo de baixa. Nesse sentido, após a conquista de tantos recordes nas últimas sessões, Otavio Focques, da Focques Analistas Técnicos, pede atenção a uma possível perda do suporte de 71.520 pontos, que poderia abalar a atual tendência de alta do índice.

Papéis em destaque
Dentre os papéis que são negociados nesta manhã, destaque para Embraer ON (EMBR3, R$ 15,95, -4,20%), Petrobras ON (PETR3, R$ 60,10, -3,53%), Petrobras PN (PETR4, R$ 50,88, -3,10%), Vivo Part PN (VIVO4, R$ 10,55, -2,85%) e ALL UNT N2 (ALLL11, R$ 22,53, -2,04%).

O principal índice da bolsa paulista fechou o pregão de quarta-feira em baixa de 1,66%, atingindo 72.295 pontos e registrando uma alta acumulada no ano de 13,16%. O volume financeiro foi de R$ 7,45 bilhões.

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