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iPhone no Brasil vai custar de R$ 899 a R$ 2.299

Sexta-Feira, 26 de Setembro de 2008 

Claro e Vivo lançam o aparelho no País, em festas simultâneas em São Paulo

Michelly Teixeira e Ana Paula Lacerda

 

As vendas do iPhone 3G no Brasil, pela operadoras Claro e Vivo, estavam programadas para começar na madrugada de hoje. As primeiras unidades chegariam às mãos dos clientes à meia-noite (após o fechamento dessa edição), em festas organizadas pelas empresas em espaços de luxo da cidade: a Claro fechou o Terraço Daslu e a Vivo, a loja da Apple no Shopping Iguatemi.

A primeira cliente da Claro na fila do iPhone era a advogada Helena Mendes. “Sou viciada em novidades tecnológicas, e especialmente nos produtos da Apple”, conta ela, que já teve três iPods e dois MacBooks. “Quando soube do iPhone, me inscrevi imediatamente na lista de interessados, mas não imaginei que seria a primeira.”

Ela diz que os recursos do aparelho a auxiliarão no trabalho – como a possibilidade de ler e-mails e usar a internet – e também a resolver um problema típico feminino: organizar a bolsa. “Agora, não preciso mais carregar quinhentas coisas”, disse. O iPhone reúne, em um só aparelho, recursos como telefone, tocador de música digital, GPS, pen drive e câmera.

Pela Claro, os preços para o modelo de 8 gigabytes (GB) oscilarão entre R$ 1 mil e R$ 1.999, dependendo do plano de telefonia contratado. Os valores do aparelho com capacidade de armazenamento de 16 GB serão de R$ 1,3 mil a R$ 2.299 no Estado de São Paulo. Todos os celulares serão subsidiados.

Na Vivo, os preços oscilam entre R$ 899 e R$ 1.899 (8GB) e R$ 1.199 e R$ 2.199 (16GB), de acordo com o plano escolhido. “Nosso preço surpreendentemente ficou abaixo da concorrência”, diz o presidente da Vivo, Roberto Lima. “Isso porque estamos vendendo primeiro para nossos clientes, então são pessoas cujo comportamento conhecemos, e podemos oferecer um subsídio maior.”

João Cox, presidente da Claro, rebateu. “O que diferencia uma operadora é a qualidade dos serviços.” Ele minimizou o uso do iPhone como arma para conquistar a liderança de mercado. “A distância (para a Vivo) foi provocada pela compra da Telemig. A gente não está tão distante, não. A Claro é a que tem mais crescido em vendas”, afirmou.

Questionado sobre o porquê de os preços ficarem tão acima dos US$ 199 praticados nos Estados Unidos (equivalentes a R$ 360), mesmo com os subsídios “muito elevados”, Cox citou a carga tributária do Brasil, especialmente o peso do ICMS e dos impostos sobre importação. “Acho absurdo um celular pagar mais imposto que arma e munição. Até cachaça paga menos imposto que celular.”

Na semana passada, Cox disse que o iPhone seria um dos pilares de sua estratégia para liderar o mercado e tirar a Vivo da primeira posição. Em agosto, a Claro subiu uma posição no ranking de telefonia móvel, ficando com uma diferença de 5,7 mil clientes para a TIM. Ambas têm 25,09% de participação de mercado. A Vivo é a 1ª, com 30,12% dos clientes.

Cox acredita que pode faltar iPhone 3G nesta fase de lançamento. A operadora recebeu 30 mil aparelhos para o anúncio oficial do produto no Brasil, mas novos lotes devem chegar até o Natal.

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Vivo anuncia que também vai vender o iPhone no Brasil

Quinta-Feira, 12 de Junho de 2008 

 

Empresa vai disputar mercado com a Claro, que já havia fechado acordo com a Apple

Renato Cruz

O consumidor brasileiro terá duas opções para comprar o iPhone, da Apple. A Vivo, maior empresa de celulares do País, anunciou ontem que a Telefônica, uma de suas controladoras, fechou um acordo para distribuir o aparelho em 15 países, sendo 11 da América Latina, incluindo o Brasil. A concorrente Claro, da mexicana América Móvil, também tem um acordo para vender o iPhone no Brasil, anunciado mês passado.

Deve haver agora uma corrida para ver quem traz o iPhone primeiro. A Vivo prometeu o aparelho “para os próximos meses” e a Claro, para “até o fim do ano”. A Telefônica lançou o iPhone no Reino Unido em dezembro, por meio de sua subsidiária O2, e em março na Irlanda. Segundo a companhia, os usuários do aparelho têm garantido receita média mensal 30% superior aos clientes com outros aparelhos

“Temos verificado um consistente aumento da utilização de dados em nossa base”, afirmou o presidente da Vivo, Roberto Lima, em comunicado. “A introdução do iPhone será um estímulo adicional importante para o acesso a esses serviços.” Segundo a Vivo, sua receita com dados e serviços de valor adicionado cresceu 47% no primeiro trimestre, comparada com o mesmo período do ano passado.

Na segunda-feira, Steve Jobs, presidente da Apple, anunciou nos Estados Unidos o lançamento de uma nova versão do iPhone, com conexão mais rápida em tecnologia celular de terceira geração (3G). O aparelho também é mais barato (com metade do preço da versão original) e vem equipado com sistema de localização via satélite (GPS, na sigla em inglês).

A queda do preço deve ajudar a massificar o iPhone, que vinha sendo visto até agora como um aparelho caro. A Apple também lançou um pacote de serviços que torna o equipamento mais atraente para o público corporativo, colocando mais pressão em concorrentes como a Research In Motion (RIM), que fabrica o Blackberry, e a Nokia.

Um novo serviço, chamado MobileMe, irá enviar automaticamente mensagens de correio eletrônico e outras informações para os iPhones, assim como faz o servidor de e-mail Exchange, da Microsoft. O serviço, que será cobrado, também oferecerá aplicações de internet para oferecer ao aparelho recursos mais parecidos com os do computador de mesa.

O iPhone 3G chegará ao mercado em 11 de julho. É essa a data para os Estados Unidos, para a Espanha (sede da Telefônica) e para o México (sede da América Móvil), entre outros países, mas não para o Brasil. A primeira versão do iPhone nunca foi vendida na Espanha. A Telefónica não chegou a um acordo para vender o iPhone no México, mas continua tentando, disse um porta-voz da empresa à agência Dow Jones.

Os acordos internacionais, sem cláusula de exclusividade, fazem parte da estratégia da Apple de atingir a marca de 10 milhões de iPhones vendidos em 2008. Nos Estados Unidos, existe um contratos de exclusividade com a AT&T. Os únicos grandes mercados mundiais que ainda não contam com acordos de distribuição são a Rússia e a China.

Apesar de ainda não ter distribuição oficial, é fácil comprar um iPhone no Brasil. Na internet, ele tem preços a partir de R$ 1,3 mil. Lojas na Rua Santa Ifigênia, no centro de São Paulo, vendem o aparelho. Também existem empresas especializadas em desbloquear o iPhone importado e que vendem assistência (não oficial) ao usuários brasileiros.

A América Móvil, dona da Claro, e a Telefónica, que possui metade da Vivo, brigam pelo domínio do mercado latino-americano de telefonia celular. O grupo mexicano tem 159 milhões de usuários na região, e o espanhol, 102 milhões

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Memória de telefone japonês equivale a de três iPhones

14/04/2008 – 09h02 – Atualizado em 14/04/2008 – 09h06

Smartphone apresentado pela Willcom tem 40 GB e tela de cinco polegadas.
Aparelho roda o sistema operacional Windows Vista e será lançado em junho.

Do G1, com agências
A empresa japonesa de telefonia Willcom apresentou nesta segunda-feira (14) um smartphone que quase triplica a capacidade máxima de armazenamento do iPhone: 40 GB, contra 16 GB do telefone multimídia da Apple. Outro atrativo do aparelho chamado D4 é o tamanho da tela, que tem cinco polegadas. A novidade, no entanto, fica para trás no quesito peso. Com 470 gramas, ele equivale a mais de três iPhones, que pesam 135 gramas cada.
O aparelho D4, que utiliza tecnologia da Sharp e é o primeiro a adotar o chip Centrino Atom, da Intel, roda o sistema operacional Windows Vista. O lançamento no Japão está previsto para junho, por US$ 1,2 mil.

* Com AFP e Reuters

 

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